Geração Z estadunidense apoia regulamentação das mídias sociais

Foto: Pexels

Mais Lidos

  • Zohran Mamdani está reescrevendo as regras políticas em torno do apoio a Israel. Artigo de Kenneth Roth

    LER MAIS
  • “Os discursos dos feminismos ecoterritoriais questionam uma estrutura de poder na qual não se quer tocar”. Entrevista com Yayo Herrero

    LER MAIS
  • Os algoritmos ampliam a desigualdade: as redes sociais determinam a polarização política

    LER MAIS

Revista ihu on-line

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

Entre códigos e consciência: desafios da IA

Edição: 555

Leia mais

12 Novembro 2021

 

Pesquisa da SocialSphere realizada nos Estados Unidos mostra que quase dois terços dos americanos acreditam que “a vida era melhor” antes do advento de plataformas sociais como Twitter e Facebook. O levantamento foi realizados nos dias 8 e 9 de outubro, e ouviu uma amostra de 1.638 pessoas, com idade mínima de 16 anos.

 

A reportagem é de Edelberto Behs, jornalista.

 

Do universo pesquisado, 64% disseram que “a vida era melhor antes” das mídias sociais, 59% afirmaram que a vida “era melhor antes” do Facebook, e 49% informaram que ela “era melhor antes” do Instagram. Perto de 28% dos entrevistados, incluindo 42% da Geração Z (de 16 a 27 anos de idade) revelaram que eram viciados em redes sociais.

“Os usuários de mídia social reconhecem que isso tem um efeito negativo na política, na mídia, no país, e da maneira como pensamos sobre nós mesmos”, tuitou o diretor do organismo que realizou a pesquisa, John Della Volpe, segundo matéria do The Christian Post.

Dois terços dos usuários apoiam a regulamentação da mídia social como medida protetiva às crianças, revelou o resultado.

 

Leia mais