Padres jesuítas analisam visita do papa ao Japão

Papa Francisco encontra delegação japonesa no aniversário da bomba atômica. | Foto: Vatican News

Mais Lidos

  • O manifesto perturbador da Palantir recebe uma enxurrada de críticas: algo entre o tecnofascismo e um vilão de James Bond

    LER MAIS
  • A socióloga traz um debate importante sobre como as políticas interferem no direito de existir dessas pessoas e o quanto os movimentos feministas importam na luta contra preconceitos e assassinatos

    Feminicídio, lesbocídio e transfeminicídio: a face obscura da extrema-direita que viabiliza a agressão. Entrevista especial com Analba Brazão Teixeira

    LER MAIS
  • Trump usa o ataque para promover sua agenda em meio ao bloqueio de informações sobre o Irã e índices de aprovação em níveis historicamente baixos

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

30 Outubro 2019

Dois padres jesuítas compartilharam suas ideias sobre a vida cotidiana do Papa Francisco, antes de sua visita ao Japão no próximo mês. Os dois falaram em uma coletiva de imprensa na Universidade Sophia, em Tóquio, na segunda-feira passada.

A reportagem é publicada por NHK World Japan, 29-10-2019. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Renzo De Luca é o provincial jesuíta do Japão, e Juan Haidar é o diretor do Centro Católico da Universidade Sophia. Ambos foram alunos do Papa Francisco quando ele lecionava teologia na Argentina.

De Luca disse que o papa viajava de ônibus e de metrô mesmo depois de ter alcançado uma posição que o autorizava a usar um motorista pessoal. Ele acrescentou que o papa sempre dizia que queria compartilhar as alegrias e as ansiedades das pessoas comuns.

De Luca também descreveu como o papa gosta de futebol, dança tango e nunca se esquece dos sentimentos das pessoas comuns.

Haidar disse que admira o Papa Francisco como um pai. Ele disse que é difícil ler o que há por trás das mensagens do papa, pois ele as pensa por conta própria.

Mas ele disse ter ouvido o papa dizendo que a criação das armas nucleares se baseava na ideia de que “a paz é impossível”. Haidar disse que, sem dúvida, o pontífice quer criar um mundo livre de armas nucleares.

A viagem do Papa Francisco ao Japão, entre os dias 23 e 26 de novembro, será a primeira visita papal ao país em 38 anos.

Ele deve visitar duas cidades japonesas que sofreram bombardeios atômicos. Espera-se que o papa profira uma mensagem sobre o desarmamento nuclear em Nagasaki e faça uma manifestação de paz em Hiroshima.

Leia mais