Agricultura orgânica: grupo de mulheres revela o casamento da faceta da raiz cultural às sementes crioulas

Foto: Agência Brasil

Mais Lidos

  • “60% do déficit habitacional, ou seja, quase quatro milhões de domicílios, vivem nessa condição porque o gasto com aluguel é excessivo. As pessoas estão comprometendo a sua renda em mais de 30% com aluguel”, informa a arquiteta e urbanista

    Gasto excessivo com aluguel: “É disso que as pessoas tentam fugir quando vão morar nas favelas”. Entrevista com Karina Leitão

    LER MAIS
  • A luz compartilhada de Jesus. E a nossa, como anda? Breve reflexão para cristãos ou não. Comentário de Chico Alencar

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

04 Abril 2019

A entrevistada desta semana, do Blog Cidadãos do Mundo, é a agricultora familiar pernambucana Vilma Martins, radicada em São Paulo, que integra a composição feminina do Grupo de Agricultores Urbanos (GAU) – Culinária e Agricultura Orgânica, em União da Vila NovaSão Miguel Paulista, na capital, hoje composto por nove mulheres. A maioria são migrantes vindas do Nordeste e carregam esta raiz identitária nas práticas no campo e na culinária com benefício à saúde, com o cultivo de sementes crioulas e a manutenção de um viveiro-escola, no qual passam seus ensinamentos, por meio da prática do processo da agricultura orgânica.

A entrevista é de Sucena Shkrada Resk, publicada por  Blog Cidadãos do Mundo e reproduzida por EcoDebate, 02-04-2019.

Mais recentemente, essas agricultoras deram início à faceta empreendedora, ao se enveredarem na gastronomia, oferecendo receitas peculiares, como esfihas, biscoitos, massas, pães e saladas, com Plantas Alimentícias Não Convencionais (Pancs) e outras ervas e legumes. Como ela destaca, é um processo de muitos anos que une conservação ambiental e a auto-estima, por meio da promoção da conservação ambiental com a prática da agrofloresta, da promoção da alimentação saudável, da cultura e geração de renda.

Ouça a seguir o depoimento de Vilma sobre esta história cativante destas brasileiras concedido neste domingo (24/3), durante um bate-papo que tivemos quando fui conhecer a banca do grupo, na Feira de Orgânicos promovida no Sesc Paulista.

 

Leia mais