500 anos da Reforma. Principal bispo luterano ao Papa Francisco: ''Irmão em Cristo, obrigado''

Mais Lidos

  • O Pentágono ameaçou o embaixador do Papa Leão XIV com o Papado de Avignon

    LER MAIS
  • Críticas do Papa a Trump foram um passo extraordinário, afirma jesuíta

    LER MAIS
  • Segundo o economista, “80% da população vive na precariedade e, mesmo que tenha melhorado, a condição de vida ainda não está boa”

    Eleições 2026: “Quem oferecerá a esperança de um futuro melhor?” Entrevista especial com Waldir Quadros

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

01 Novembro 2017

Com uma celebração que começou às 15h na igreja de Wittenberg, conclui-se solenemente o ano da Reforma na Alemanha. “E agora estamos aqui sentados, 500 anos depois, em um país que está em luta consigo mesmo, um país que nunca foi tão abençoado, um país que mostrou uma impressionante quantidade de empatia. Um país que fez muitos esforços, incluindo esforços morais e, ao mesmo tempo, um país em que algumas pessoas se sentem moralmente esmagadas”, disse o presidente do Conselho da Igreja Evangélica Alemã, o bispo Heinrich Bedford-Strohm, diante do presidente alemão, Frank-Walter Steinmeier, da chanceler alemã, Angela Merkel, do presidente do Bundestag, Wolfgang Schäuble, assim como de inúmeros outros convidados do mundo político e ecumênico, e de centenas de fiéis.

A reportagem é do Servizio Informazione Religiosa (SIR), 31-10-2017. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

A Alemanha é “um país onde as pessoas têm medo de perder o seu mundo familiar, o seu senso de segurança”, mas também onde “as pessoas querem se sentir em casa. É um país que, por todas estas razões, precisa urgentemente da mensagem da Reforma da justificação somente pela fé!”

No sermão, o bispo luterano agradeceu ao cardeal Reinhard Marx, presidente dos bispos alemães, pela “coragem e apoio fraterno” neste ano especial e lançou uma mensagem ao Papa Francisco: “Irmão em Cristo, agradecemos a Deus pelo teu testemunho de amor e misericórdia, que, para nós, protestantes, também significa testemunho de Cristo. Agradecemos-te pelos teus sinais de reconciliação entre as Igrejas. E se, um dia, quiseres vir aqui para Wittenberg ficaremos alegres em te acolher, meio milênio depois que Lutero queimou a bula papal da excomunhão”.

Porque, concluiu Bedford-Strohm, “queremos seguir em frente corajosamente. Cremos que o Espírito nos ajudará na nossa fraqueza!”.

Leia mais