Dispositivo férreo de segurança para a visita papal a Lesbos

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13 Abril 2016

As autoridades gregas preparam um férreo dispositivo de segurança por ocasião da viagem do papa Francisco, no sábado, dia 16 de abril, à ilha de Lesbos, segundo relatam os jornais gregos.

A informação é publicada por Religión Digital, 12 de abril de 2016 . A tradução é de IHU On-Line.

O sumo pontífice estará acompanhado nesta visita pelo patriarca de Constantinopla e o arcebispo de Atenas e de toda a Grécia. Trata-se, assim, também de um viagem ecumênica.

Segundo explica a cadeia pública ERT, o papa chegará às 10h30min da manhã (7h30min GMT) à capital da ilha, onde será recebido pelo primeiro ministro Alexis Tsipras, e voltará a Roma às 15h (10h GMT) mas ainda não se conhece o programa do pontífice.

O alto escalão a polícia grega viajou a Mitilene e colaboram estreitamente com os responsáveis pela segurança do santo padre e com as autoridades locais.

Sabe-se que o papa não usará o papamóvel mas que sempre estará acompanhado pelas autoridades religiosas.

Um porta-voz da polícia grega assegurou que as medidas de segurança “não perturbarão a vida dos habitantes”.

O papa Francisco tem como objetivo, nesta viagem, mostrar a sua proximidade com os imigrantesque fogem da miséria e da guerra e que chegam às ilhas do Egeu oriental depois de uma árdua viagem.

Em todas as ocasiões que pode, o santo padre tem lançado apelos para que se dê acolhida aos imigrantes. Com esta visita ele quer dar uma maior visibilidade a este drama, como fez, no início do seu pontificado, quando visitou a ilha italiana de Lampedusa, no meio da rota migratória entre a Líbia e a Itália e cenário de numerosos naufrágios.

Segundos os dados oficiais, em Lesbos há mais de 4.100 refugiados no centro de detenção de Moria e no acampamento de Kara Tepe, dos quais mais de 1.000 são crianças, muitas das quais sozinhas, e cujas condições têm sido denunciadas por organizações humanitárias.

Somente neste ano, 375 pessoas morreram no intento de cruzar o Egeu, segundo dados da Organização Mundial para as Migrações – OIM, um dado muito superior ao de 2015, quando, no mesmo período, morreram 31.