Papa Francisco aos bispos italianos. Suas três preocupações

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22 Mai 2018

Às 16h30 da tarde desta segunda-feira, na Aula Nuova do Sínodo, o Papa Francisco abriu os trabalhos da 71ª Assembléia Geral da Conferência Episcopal Italiana (CEI), que acontece no Vaticano até 24 de maio, sobre o tema "Qual a presença eclesial no atual contexto da comunicação". Após a oração de abertura e a saudação à Assembleia, o papa apresentou sua mensagem.

A informação é publicada por Il Sismografo, 21-05-2018. A tradução é de Luisa Rabolini.

Seguem alguns trechos do discurso do Papa Francisco, no aguardo do texto oficial e completo.

O Papa relembra a festa litúrgica de hoje, Maria Mãe da Igreja ... Santa Mãe de Deus ... Santa Mãe a Igreja hierárquica.

O Papa agradece pelo trabalho que é feito todos os dias.

Quero compartilhar com vocês algumas questões. Aguardo as suas opiniões, e inclusive as suas críticas. É possível, sim, criticar o Papa.

Aqui estão alguns temas que me preocupam:

1) Crise das vocações. Aliás, a hemorragia das vocações ligadas a fatores múltiplos: o relativismo, consumismo, escândalos, hedonismo ... fruto envenenado da cultura do provisório. Proponho um Fidei donum entre as dioceses italianas. É algo que pode ajudar a superar a crise.

2) Pobreza evangélica e transparência. A pobreza é mãe e é muro ... a pobreza dá origem ao zelo apostólico e o protege. È escandaloso tratar o dinheiro sem transparência. È escandaloso gerir como assuntos pessoais o dinheiro e os recursos da Igreja. A CEI tem feito muito e deve fazer mais.

3) Redução e unificação das dioceses. Não é fácil, eu sei, mas será preciso fazer. Há dioceses que podem e devem unificar-se. É uma exigência pastoral que vem sendo estudada e examinada há muitos anos. Já falava a esse respeito Paulo VI nos anos 1960.

Em seguida, o Papa apresenta muitos dados oficiais e institucionais sobre a matéria.

Aqui estão as minhas três reflexões. Agora vou escutar vocês. Muito obrigado.

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