Cardeal Kasper: "Estávamos em um impasse no ecumenismo, mas o papa trouxe um vento novo"

Imagem: Papa Francisco / Wikimedia commons

Mais Lidos

  • Leão XIV proclama o segredo mais bem guardado da Igreja Católica em ‘Magnifica Humanitas’. Artigo de Thomas Reese

    LER MAIS
  • ​Prevenção da violência, enfrentamento da criminalidade e recuperação de jovens em conflito com a lei dependem de políticas que ultrapassem o punitivismo penal, defende o advogado

    Redução da maioridade penal e a lógica punitivista: “A segurança pública não será alcançada apenas por meio do aumento da punição”. Entrevista especial com Alexander Rodrigues de Castro

    LER MAIS
  • Bispos lefebvrianos: do cisma à heresia? Artigo de Lorenzo Prezzi

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

20 Janeiro 2017

“O Papa Francisco trouxe consigo um vento novo.” Começou com essa constatação a conferência do cardeal Walter Kasper no congresso que ocorre em Roma hoje sobre “O cristianismo em tempos de Papa Francisco”, promovido pela Universidade Católica e pela Roma Tre.

A reportagem é do Servizio Informazione Religiosa (SIR), 19-01-2017. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

“Faz parte do seu carisma – disse Kasper, que falou sobre o ecumenismo sob Francisco – a radiosidade, a capacidade de acolher com estilo cordial e fraterno cada pessoa que ele encontra, seja ela católica, ortodoxa, evangélica ou de outras religiões, ou mesmo de nenhuma religião. Ele tem e vive um sentido de diálogo. Precisávamos desse estilo. Depois do Concílio Vaticano II, fizemos muitos e grandes progressos no caminho ecumênico. Já temos muitos frutos para colher. No entanto, serpenteava também a sensação de ter chegado a um ponto em que as potencialidades do diálogo, assim como nós o tínhamos conduzido até então, haviam se esgotado, e que nos encontrávamos em um beco sem saída. Sentia-se um certo cansaço e uma falta de coragem para seguir em frente em novos caminhos. Estávamos em uma situação de impasse.”

Leia mais: