Estudantes secundaristas ocupam Alesp contra ‘máfia das merendas’

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04 Mai 2016

A principal reivindicação dos jovens é a instalação de uma CPI que investigue o esquema de desvio de recursos que tem como suspeitos de participação membros do alto escalão do governo de São Paulo, além do presidente da Alesp, Fernando Capez (PSDB). De acordo com deputados petistas, Tropa de Choque da PM estaria a caminho do local para expulsar os estudantes. “Só saíremos daqui com a CPI instalada”, afirmam.

A informação foi publicada por Portal Fórum, 03-05-2026.

Estudantes secundaristas da rede pública de ensino ocupam, neste momento, o plenário da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) em protesto contra a chamada ‘máfia das merendas’ e o sucateamento da educação estadual. A principal reivindicação dos jovens é a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investigue o esquema de desvio de recursos que tem como suspeitos de participação membros do alto escalão do governo paulista, incluindo o presidente da Alesp, Fernando Capez (PSDB).

“Estamos ocupando para tentar achar o ladrão da merenda, que já sabemos o nome, sobrenome e o cargo que ele ocupa. Por isso, estamos aqui avisando que somente iremos nos retirar de dentro desse plenário quando a CPI da merenda for efetivada. Enquanto as escolas são sucateadas, Capez e Alckmin continuam enriquecendo”, afirmou Camila Lanes, presidenta da União Brasileira dos Estudantes (UBES).

“É um movimento muito importante, democrático, uma aula de cidadania. Espero que os deputados e o governador ouçam esses estudantes”, afirmou o deputado estadual João Paulo Rillo (PT) que, junto com o deputado Carlos Giannazi (PSOL), fez um apelo para que estudantes, professores e militantes de movimentos sociais compareçam à Alesp. “É importante que compareçam pois aqui na Alesp estão obstruindo qualquer investigação em relação ao roubo da merenda”, disse o psolista.

De acordo com a bancada petista, a Tropa de Choque da Polícia Militar estaria a caminho da Casa para expulsar os estudantes, como tentou fazer nesta segunda-feira (2) na ocupação de alunos do Centro Paula Souza.