Até o Papa está torcendo – e rezando – pela COP 21

Mais Lidos

  • Zohran Mamdani está reescrevendo as regras políticas em torno do apoio a Israel. Artigo de Kenneth Roth

    LER MAIS
  • Os algoritmos ampliam a desigualdade: as redes sociais determinam a polarização política

    LER MAIS
  • “Os discursos dos feminismos ecoterritoriais questionam uma estrutura de poder na qual não se quer tocar”. Entrevista com Yayo Herrero

    LER MAIS

Revista ihu on-line

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

Entre códigos e consciência: desafios da IA

Edição: 555

Leia mais

Por: Cesar Sanson | 09 Dezembro 2015

Na manhã do domingo 6 de dezembro, o Papa Francisco fez uma oração especial. Segundo a Rádio Vaticano, ele orou pedindo o sucesso da Conferência do Clima, a COP 21, que está acontecendo em Paris. Ao se pronunciar aos fiéis na Praça São Pedro, o Papa afirmou estar acompanhando de perto as negociações que irão culminar num acordo para combater o aquecimento global.

A reportagem é publicada no portal do Greenpeace, 07-12-2015.

Ele ainda retomou um dos pontos de sua encíclica, publicada em junho desse ano: “Que tipo de mundo queremos deixar para aqueles que virão depois de nós, para as crianças que estão crescendo?” E ainda disse: “Pelo bem do lar que compartilhamos e pelas futuras gerações, todo esforço deve ser feito em Paris para diminuir os impactos das mudanças climáticas e, ao mesmo tempo, para combater a pobreza e deixar florescer dignidade humana”.

Para Martin Kaiser, chefe de política climática internacional do Greenpeace, as palavras do Papa Francisco foram muito bem-vindas porque trazem um poderoso peso moral à questão. “Sua intervenção será sentida nos corredores da conferência”, disse.

“O Papa já havia dito que precisamos eliminar gradualmente os combustíveis fósseis, mas se estamos caminhando para essa meta até 2050 – como a ciência diz que devemos –, então qualquer coisa em Paris deve explicitar esse objetivo. Ainda não há garantias de que vamos chegar a um acordo digno e os adversários do progresso estarão tramando como travar as negociações. Seria bom que as palavras do Papa fizessem alguns deles pararem para pensar”, afirou Kaiser.

Para ler mais: