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''O Evangelho não sacralizava a família''

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27 Março 2015

Uma leitura que eleva a partir do título, Amore senza fine, amore senza fini [Amor sem fim, amor sem fins] (Ed. Il Mulino), mas útil como promete o subtítulo, Apontamentos de história sobre Igrejas, matrimônios e famílias. Alberto Melloni é um historiador e olha para o choque de civilizações sobre o casamento com a paixão de quem não recusa nenhuma batalha, mas também com o distanciamento daqueles que são treinados para "olhar para as coisas a longo prazo".

A reportagem é de Luigi Accattoli, publicada no jornal Corriere della Sera, 24-03-2015. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Como na sua vocação de estudioso militante que nunca dissimulou, o autor tece a referência ao passado em função de duas advertências que dirige aos nostálgicos do "regime de cristandade" e à ala marchante do "regime de modernidade".

Duas advertências ligadas pelo corolário de que é necessário "repensar" totalmente as "relações de amor", se ainda temos interesse pela sinalização social da sua intenção de durar.

A advertência aos nostálgicos é de deixarem de perseguir com intenção de batalha "toda discussão sobre os fins do amor ou o fim do amor" (aqui despontam as palavras do título do livro) e se dedicarem com novo compromisso a propor o ideal da fidelidade com a livre confiança na capacidade de acolhida dos indivíduos, que também pode ser plena – hoje como sempre – se assim doam a "fidelidade de Deus" e os recursos humanos, mas que não pode ser comandada de modo algum, ou vinculada a normas que a humanidade do terceiro milênio rejeita instintivamente.

Aos militantes da modernidade, o historiador propõe uma advertência especular: não basta inverter a ordem dos fatores e das fases do "matrimônio tridentino" (isto é, da tradição católica, que ainda é o normatizado pelo Concílio de Trento) para sair do seu recinto e fundar sobre novas bases o reconhecimento público do "vínculo mais irresistível e mais frágil".

Em primeiro lugar, hoje, vem a "consumação" da relação, à qual se segue a convivência e, por fim, o filho, depois da chegada do qual se vai ao "matrimônio solene", que imita em tudo o tridentino, exceto no fato de chegar por último, enquanto, na época, vinha por primeiro e legitimava o resto.

Melloni chama para a necessidade de "pensar a esponsalidade fora do regime de cristandade": as Igrejas deveriam fazer isso reconhecendo que esse regime não existe mais ("retrocedemos 200 anos", disse por fim o cardeal Martini), os seus antagonistas, advertindo que a mera inversão das fórmulas corre o risco de perpetuar as antigas subordinações: do matrimonium ao patrimonium, da mulher ao homem.

A tarefa seria urgente principalmente para os cristãos, porque o zeramento dos vínculos que caracteriza o regime de modernidade, "mais cedo ou mais tarde, vai permitir que todos se casem ou se exonerem do matrimônio e que não tenham ou tenham um filho de uma forma ou de outra"; e será um esforço inútil tentar repropor regras que eram mais civis (romanas, feudais, napoleônicas) do que evangélicas.

Ao contrário, o momento forneceria às Igrejas "uma nova e singular oportunidade de pensar a mais humana das situações e a mais intrinsecamente desastrosa a partir do Evangelho de Jesus".

Esse Evangelho não sacralizava a família, ao contrário, relativizava o matrimônio, dando a precedência à unidade da família humana; condenava tanto o adultério quanto aqueles que entregavam à morte a adúltera; não ditava uma fórmula própria de matrimônio e aceitava o casamento "assim como era de costume".

Aqui, as referências do historiador são às palavras de Jesus em defesa da adúltera e às outras que colocam como primeiro dever dos discípulos o de amarem em Deus a humanidade inteira: "Quem deixar casa, irmãos, irmãs, mãe, pai, filhos, campos, por causa de mim e por amor ao meu nome, vai receber o cêntuplo".

O capítulo "Qual a importância de um Sínodo" – que trata da dupla assembleia sinodal sobre a família, convocada pelo Papa Bergoglio – é o de maior força sobre o presente e desemboca neste encerramento esclarecedor: "Se a Igreja de Roma encontrar a humilde audácia de desvendar a meada da relação [esponsal], aceitando com serenidade a temporalidade das próprias respostas e conservando o foco das questões a que responde, se sair da prisão dourada do seu direito, se disser com a linguagem do Evangelho que o dom e o perdão são tudo o que permite viver um amor sem fim ou o fim do amor, então o discurso público sobre os direitos das famílias também poderá se beneficiar com isso, com resultados muito mais radicais do que aqueles entrevistos a partir do simples antiproibicionismo do erótico lato sensu".


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