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Por: Jonas | 22 Setembro 2012

Um “agradecimento ao Vaticano” pelo seu chamado ao respeito das crenças, dos textos sagrados e dos grandes personagens de todas as religiões, pela prestigiosa instituição do Islã sunita al-Azhar, com sede na capital egípcia.

A reportagem é publicada pelo sítio Vatican Insider, 20-09-2012. A tradução é do Cepat.

Numa entrevista, o conselheiro do sheik de al-Azhar, que se ocupa do diálogo inter-religioso, Mahmoud Azab, agradeceu “a todos os que se colocam em defesa da verdade e do respeito às religiões”, enquanto falava sobre as declarações feitas pelo padre Federico Lombardi, alguns dias atrás.

Depois do ataque ao consulado dos Estados Unidos, provocado pelos protestos contra o filme blasfemo sobre Maomé, Lombardi, porta-voz da Santa Sé, sublinhava que “o respeito profundo das crenças, dos textos, dos grandes personagens e dos símbolos das diferentes religiões, é uma premissa essencial da convivência pacífica dos povos”.

No entanto, o diálogo entre al-Azhar e a Santa Sé (que foi interrompido depois das “intromissões inaceitáveis” do Papa, quando pediu para proteger aos cristãos coptas no Egito), como declarou um membro do Conselho de Pesquisadores do al-Azhar, Abdel Muti al-Bayoumi, é “uma questão independente. Nesse momento não tenho nada o que dizer a esse respeito”.

O conselho do al-Azhar também condenou o gesto de um cidadão egípcio, que queimou um Evangelho durante uma manifestação de protesto contra o filme blasfemo a respeito do profeta Maomé. “Al-Azhar pede que todos os mulçumanos respeitem a tradição do profeta Maomé nas modalidades em que expressam sua raiva. O Islã, de fato, não aceita que seja ofendida nem a Torá, nem os Evangelhos ou outros livros sagrados, e estes gestos não representam, de nenhuma forma, os muçulmanos”.