Políticas públicas evitam quase metade do desmate na Amazônia

Mais Lidos

  • “Permitir a instalação de um empreendimento com essa magnitude de demanda sem uma avaliação climática rigorosa significa aprofundar a vulnerabilidade territorial já existente”, afirma a advogada popular

    Data centers no RS e as consequências de sua implementação. Entrevista especial com Marina Dermmam

    LER MAIS
  • Inteligência Artificial e o empobrecimento da Igreja como centro de dados. Artigo de Massimo Faggioli

    LER MAIS
  • Companhias aéreas europeias começam a cortar voos devido à guerra no Irã: Lufthansa anuncia 20 mil cancelamentos

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

02 Abril 2012

Cerca de metade do desmatamento que foi evitado na Amazônia brasileira entre 2005 e 2009 foi resultado das políticas governamentais de preservação, de acordo com análise da Iniciativa de Política Climática (CPI) do Rio.

A notícia é do jornal O Estado de S. Paulo, 01-04-2012.

A avaliação do CPI isolou os efeitos dos preços agrícolas e outros fatores potenciais para estimar a contribuição das políticas na redução do desmatamento da Amazônia Legal.

Resultados mostram que as políticas introduzidas no segundo semestre de 2000 ajudaram a impedir o desmatamento de uma área de 62 mil km2, o equivalente a evitar uma perda de cerca de 620 milhões de toneladas de CO2 armazenado.

"Nosso estudo ilustra a importância das políticas de conservação na redução do desmatamento na Amazônia", afirma Juliano Assunção, diretor do CPI Rio.

A próxima etapa do trabalho é saber quais políticas foram mais eficazes, analisando o efeito das políticas e programas específicos, incluindo a mudança no crédito rural e o fortalecimento da fiscalização.