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10 Dezembro 2011

Foto: Shayne Robinson/Greenpeace/EFE

Pela primeira vez nas duas semanas da COP-17, as ONGs fizeram barulho e tentaram pressionar os ministros a aprovarem um acordo ambicioso. Um dos líderes do protesto foi o sul-africano Kumi Naidoo, diretor executivo do Greenpeace Internacional, que é de Durban. Ele acabou expulso do centro de conferências.

A reportagem é de Afra Balazina e publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo, 10-12-2011.

Os manifestantes levavam cartazes, entoavam gritos de guerra, como "selem o acordo", e cantavam. Muitos usavam broches, camisetas e gravatas com a expressão "I Love Kyoto".

A ação lembrou a COP-15, em Copenhague, que teve uma participação muito mais expressiva e sonora das ONGs, que nesta reunião estavam bastante apagadas.

Na opinião de Tim Gore, da Oxfam, "este é um momento crítico nessas negociações e precisamos de uma coalização de ambição para seguir adiante".

Para Sam Smith, do WWF, os países reconheceram uma "chocante" falta de ambição que as negociações produziram até agora. "Vamos esperar que os resultados nos levem mais perto de (limitar o aumento da temperatura do planeta) a 2°C."

Segundo o jornal Folha de S. Paulo, 10-12-2011, na reportagem de Cláudio Angelo, antes de ser bandio do prédio, o diretor-executivo do Greenpeace, o sul-africano Kumi Naidoo, disse: "Estamos aqui para apoiar os países mais vulneráveis, cujas necessidades básicas de sobrevivência não estão sendo discutidas pelos homens e mulheres naquela sala de conferência. Estamos aqui para apelar aos ministros de governos para que ouçam as pessoas, e não os poluidores".