Londres: bispo se encontra com os indignados

Mais Lidos

  • “Permitir a instalação de um empreendimento com essa magnitude de demanda sem uma avaliação climática rigorosa significa aprofundar a vulnerabilidade territorial já existente”, afirma a advogada popular

    Data centers no RS e as consequências de sua implementação. Entrevista especial com Marina Dermmam

    LER MAIS
  • A ideologia da Palantir explicada por Varoufakis

    LER MAIS
  • Inteligência Artificial e o empobrecimento da Igreja como centro de dados. Artigo de Massimo Faggioli

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

31 Outubro 2011

Primeira missa dominical na Catedral de St. Paul"s, que reabriu as portas na sexta-feira, apesar do protesto dos indignados em sua praça. O bispo de Londres, Richard Chartres, e o decano de St Paul"s, o Pe. Graeme Knowles, se encontraram com os manifestantes do lado de fora da catedral para discutir as suas motivações e pedir-lhes que abandonem o protesto.

A reportagem é do sítio Vatican Insider, 30-10-2011. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Será tomada uma ação legal para remover o seu acampamento, mas poderão ser necessários meses antes do seu despejo. Mas alguns grupos de ativistas cristãos prometeram proteger as cerca de 200 barracas com um "anel de oração" em torno delas, a fim de impedir que as forças da ordem as removam. "Representamos a paz, a unidade e o amor. Um anel de oração é um símbolo maravilhoso", disse ele Tanya Paton, uma das ativistas.

Enquanto isso, o jornal Independent on Sunday revela que a publicação de um relatório do St Paul"s Institute sobre a ética e a moral dos banqueiros foi adiado pela catedral, no temor de que as suas conclusões possam inflamar ainda mais os ânimos. No estudo, perguntou-se a 500 funcionários da City [coração financeiro de Londres] se eles pensavam que seus altos salários e bônus eram justificados e se o seu trabalho realmente valia tanto assim.