Reunião no Panamá não garante acordo em Durban

Mais Lidos

  • Entre inteligência artificial, cosmopolítica e novas ecologias do valor, pensador propõe reinventar as infraestruturas que organizam nossos desejos e reabrir a imaginação para outros futuros possíveis

    “Nervos pra fora!” Comunismo ácido recarregado. Entrevista especial com Erik Bordeleau

    LER MAIS
  • Comissão teológica do Vaticano define 'pecado contra a criação e o Criador' em novo documento

    LER MAIS
  • Ciclo de Estudos sobre a teologia da encarnação profunda, promovido pelo Instituto Humanitas Unisinos – IHU, inicia nesta terça-feira, 08-09-2026, às 10h

    Encarnação profunda (deep incarnation): o mistério de Cristo num mundo evolutivo e em transformação climática

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

10 Outubro 2011

Reunidos no Panamá até a última sexta-feira, negociadores das questões climáticas tentaram progredir na elaboração de textos que permitirão o fechamento de um acordo na Conferência do Clima da ONU em Durban, em novembro, na África do Sul.

A informação é do jornal O Estado de S. Paulo, 10-10-2011.

Tove Ryding, do Greenpeace, reconheceu que os governos não têm condições para progressos concretos em Durban.

"O mínimo que podemos oferecer é uma base sólida para alcançar um acordo, um plano de ação e um cronograma", disse.

Os avanços no Panamá incluem o cumprimento dos prazos para o lançamento do novo Comitê de Adaptação e do Mecanismo de Transferência de Tecnologia, que foram acordados na conferência do ano passado, em Cancún. "Houve progressos sobre como os esforços dos países em desenvolvimento para limitar emissões serão amparados pelos países desenvolvidos de uma forma transparente", disse Christiana Figueres, secretária executiva da Convenção das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC).