Ipea lança balanço das últimas conferências sobre o clima

Mais Lidos

  • Sem sermão para leigos: escolha certa, argumentos errados. Artigo de Andrea Grillo

    LER MAIS
  • Venezuela abalada por um duplo evento sísmico: um século de energia liberada em uma hora

    LER MAIS
  • As críticas a esta edição da Copa do Mundo “sugerem a existência de movimentos políticos e pessoas preocupadas com outras questões que não só o futebol ou o lucro da copa, como é o caso da FIFA”, avalia o antropólogo

    Copa da diáspora, dos encontros fugazes e das dificuldades de interação com a diferença. Entrevista especial com Arlei Damo

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

29 Agosto 2011

Um estudo divulgado ontem pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) realiza um balanço dos avanços obtidos nas duas últimas conferências sobre o clima - em Copenhague (2009) e em Cancún (2010).

A informação é do jornal O Estado de S. Paulo, 30-08-2011.

O texto admite que o principal objetivo dos encontros - renovar, de forma mais abrangente, o Protocolo de Kyoto, que expira em 2012 - não foi alcançado.

Contudo, alguns avanços merecem ser destacados, segundo o estudo. O principal deles é o fim da desconfiança com o mecanismo de redução de emissões por desmatamento e degradação (Redd, na sigla em inglês): os países em desenvolvimento detentores de florestas tropicais são recompensados ao reduzir emissões nacionais causadas pelo desmate.

Outros avanços são o registro e verificação das metas voluntárias de redução de emissões por parte dos países e a criação de um fundo voluntário verde, com recursos destinados à preservação ambiental, gerido por 24 países, que deve alcançar cerca de R$ 161 milhões anuais.

O estudo foi baseado em um dos capítulos do livro Mudanças do Clima no Brasil: Aspectos Econômicos, Sociais e Regulatórios, que conta com textos de 46 autores e também foi lançado ontem durante evento no Ipea.