Empresa de Fukushima 1 admite fusão em reatores

Mais Lidos

  • “Precisamos mudar a lente das instituições e olhar para essas ocorrências com a gravidade de fato que elas têm”, alerta a pesquisadora

    Lei Maria da Penha. 20 anos depois. Entrevista especial com Juliana Brandão

    LER MAIS
  • A Igreja deve usar os algoritmos sem se deixar algoritmizar. Entrevista com Arnaldo Rodrigues

    LER MAIS
  • “O ataque contra pessoas trans aponta para um projeto potencialmente genocida”. Entrevista com Judith Butler

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

24 Mai 2011

A empresa que gerencia a usina nuclear de Fukushima 1, danificada pelo terremoto seguido de tsunami de 11 de março no Japão, admitiu ontem o derretimento do material de outros dois reatores.

A informação é do jornal Folha de S. Paulo, 25-05-2011.

A admissão confirma as suspeitas de analistas e evidencia a maior gravidade do vazamento de radioatividade causado pela tragédia.

Até então, a Tepco, operadora privada da central, dizia que só 1 dos seus 6 reatores registrara o derretimento.

Desde a ocorrência do tsunami que danificou sistemas de refrigeração da usina, técnicos japoneses trabalham para evitar que o núcleo dos reatores derreta, provocando maior liberação de radiação.

Também ontem, funcionários da AIEA (a agência nuclear da ONU) se encontraram com autoridades japonesas para dar início a uma investigação sobre as causas do acidente nuclear -o pior desde Tchernobil, em 1986.

Eles devem visitar Fukushima 1 nos próximos dias.

O governo japonês também aprovou a criação de uma comissão de especialistas para avaliar a tragédia.