Religiosos, veteranos de guerra e sindicalistas jejuam contra Escola das Américas

Mais Lidos

  • ​Prevenção da violência, enfrentamento da criminalidade e recuperação de jovens em conflito com a lei dependem de políticas que ultrapassem o punitivismo penal, defende o advogado

    Redução da maioridade penal e a lógica punitivista: “A segurança pública não será alcançada apenas por meio do aumento da punição”. Entrevista especial com Alexander Rodrigues de Castro

    LER MAIS
  • Horas antes do cisma ser finalizado, Pagliarani responde ao Papa: "Não somos cismáticos, somos o remédio de que a Igreja precisa"

    LER MAIS
  • Fraternidade Sacerdotal São Pio X e o tradicionalismo católico de 1988 até hoje. Artigo de Massimo Faggioli

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

06 Abril 2011

Religiosos, sindicalistas, sobreviventes de torturas, veteranos de guerra, liderados pelo padre Roy Bourgeois, iniciaram jejum de seis dias, na segunda-feira, 4, em frente à Casa Branca demandando o fechamento da Escola das Américas e o fim da ingerência militar estadunidense no mundo. O jejum terá ações de apoio em Honduras, Venezuela, México e Chile.

A notícia é da Agência Latino-Americana e Caribenha de Comunicação (ALC), 06-04-2011.

Os manifestantes pedem ao presidente Barack Obama o fechamento definitivo da Escola das Américas, hoje denominada Instituto do Hemisfério Ocidental para a Segurança e Cooperação (SOA/WHINSEC). O jejum terminará com uma marcha à Casa Branca no domingo, 10, seguida de atos de desobediência civil não violenta.

A coordenadora para a América Latina do Observatório pelo Fechamento da Escola das Américas (SOAW), Sullivan, disse que o jejum é um protesto contra a expressão estadunidense de militarismo, que está presente nas bases mantidas pelos Estados Unidos fora do seu território, na restauração da 4ª. Frota, que navega por mares do Sul com bombas nucleares, novas pistas de pouso e portos.

No Chile, as organizações reunidas no Observatório vão protestar defronte o palácio presidencial La Moneda, na sexta-feira, clamando "Basta de Impunidade para os Assassinos". Ativistas pedem ao presidente da República, Sebastian Piñera, que não envie soldados chilenos à Escola das Américas nem conceda benefícios carcerários nem indultos aos militares violadores dos direitos humanos.