13 ativistas ameaçados de morte no Pará

Mais Lidos

  • Para o sociólogo, o cenário eleitoral é moldado por um eleitorado exausto, onde o medo e o afeto superam os projetos de nação, enquanto a religiosidade redesenha o mapa do poder

    Brasil, um país suspenso entre a memória do caos e a paralisia das escolhas cansadas. Entrevista especial com Paulo Baía

    LER MAIS
  • A nova missão do mundo católico diante da trajetória do trumpismo. Artigo de Stefano Zamagni

    LER MAIS
  • Forças progressistas buscam novo impulso global em Barcelona

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

10 Março 2011

Um grupo de 13 ativistas, entre as quais freira Henriqueta Cavalcante, da Comissão de Justiça e Paz, da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) estão juradas de morte no Pará.

A informação é do Blog do Jeso e reproduzida por Amazônia.org.br, 10-03-2011.

E o pior: com pedidos de proteção autorizados, elas ainda não receberam assistência por falta de efetivo policial.

‘Temos apenas sete militantes protegidos no estado.  A falta de estrutura nos impede de garantir a segurança de mais gente”, afirma o defensor público Márcio Cruz, coordenador regional do Programa Nacional de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos.

“A Secretaria de Segurança Pública alega não ter agentes treinados.  É preocupante.  Diante dos conflitos que temos no Pará, a tendência é a demanda aumentar.”

O Pará, no entanto, não é exceção.  Ao contrário, é regra nacional.