25 de fevereiro de 1982

Mais Lidos

  • O chamado que nos faz retornar à nossa morada interior. Comentário de Adroaldo Palaoro

    LER MAIS
  • “As ideias de Yarvin e de outros são um absurdo, mas as prescrições liberais do mundo seguem linhas semelhantes". Entrevista com Carlos Fernández Liria

    LER MAIS
  • “Se a UE impusesse a Israel a metade das sanções que impõe à Rússia, salvaria milhares de palestinos”. Entrevista com Ilan Pappé

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

25 Fevereiro 2020

Tucapel Jiménez Alfaro. Chile, †1982.

Líder sindicalista e político foi assassinado quando se dirigia caminho a Santiago por membros da repressão. Presidente dos empregados fiscais.  

Tucapel Jiménez, dirigente sindical de 60 anos. Mártir das lutas dos trabalhadores chilenos.

Foi encontrado morto dentro de seu carro, numa rua de Santiago, precisamente quando estava realizando um importante trabalho de conscientização e unidade entre os vários sindicatos.

Fundador e secretário geral da Associação Nacional de Empregados Fiscais (ANEF), Tucapel foi amplamente conhecido através de seus 30 anos de militância sindical.

Pobre, honesto, moderado, disposto sempre a solidarizar-se com todos os atos que visassem à defesa dos direitos humanos e, especialmente, dos direitos dos trabalhadores.

Tucapel relacionou-se e colaborou com o Vicariato da Solidariedade.

Durante seu funeral, celebrado na Catedral de Santiago, o bispo auxiliar, Jorge Hourton, declarou na homilia: “A Igreja de Santiago, ao celebrar as homenagens fúnebres de um predestinado e antigo dirigente sindical nacional, quer ressaltar o valor moral e a eminente dignidade da causa dos trabalhadores, das organizações sindicais autenticamente representativas e de seus dirigentes que, com sacrifício, lutam, sofrem e morrem por seus companheiros aqui representados... Não seríamos cristãos se não reconhecêssemos, no ato de morrer como vítima de compromisso e a serviço de uma casa justa, a prova de um grande amor que, de modo misterioso, repete e prolonga a agonia de Cristo”.

Texto retirado do livro: Sangue pelo Povo - Martirológio Latino-Americano - Ed. Vozes

Fonte: http://www.puntofinal.cl/001006/nac2.html