Sétima criança indígena desnutrida morre em MS

Mais Lidos

  • Sem sermão para leigos: escolha certa, argumentos errados. Artigo de Andrea Grillo

    LER MAIS
  • Venezuela abalada por um duplo evento sísmico: um século de energia liberada em uma hora

    LER MAIS
  • As críticas a esta edição da Copa do Mundo “sugerem a existência de movimentos políticos e pessoas preocupadas com outras questões que não só o futebol ou o lucro da copa, como é o caso da FIFA”, avalia o antropólogo

    Copa da diáspora, dos encontros fugazes e das dificuldades de interação com a diferença. Entrevista especial com Arlei Damo

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

14 Março 2007

A criança indígena caiuá Rogério Vilhalva, de um ano e dois meses, morreu na aldeia Bororó, em Dourados (MS), no fim de semana, após ser internada no hospital com quadro de desnutrição moderada, vômito e diarréia no último dia 6.

A Funasa (Fundação Nacional de Saúde) disse que a mãe, Edna Vilhalva, 32, fugiu no sábado com a criança do hospital da Missão Evangélica Caiuá, na reserva. O órgão diz que os pais do menino são alcoólatras e rejeitaram a assistência médica.
O líder indígena caiuá Getúlio de Oliveira, 56, afirmou que "a Funasa fala besteira para se defender". Segundo ele, a mãe e a criança "foram liberadas porque não tinha remédio no hospital". Disse que "na aldeia a família não tinha o que comer".

Neste ano, nas aldeias dos guaranis e caiuás em MS, seis crianças de até dois anos morreram de causas relacionadas à desnutrição, segundo a Funasa. Embora estivesse com desnutrição moderada ao ser internado, Rogério não entra na estatística do órgão, pois a desnutrição não consta do atestado de óbito como causa da morte.

(cfr. notícia do dia 14-03-07, desta página).