E, além de tudo, há os danos ambientais da guerra. Artigo de Tonio Dell’Olio

Foto: FlickrCC/Manhai/Catherine Leroy

Mais Lidos

  • Cosmovisão, cultura e território são peculiares a cada povo e não devem ser generalizados. Se algumas etnias foram colonizadas, outras resistem e lutam por sua autonomia, cultivando seus próprios sistemas jurídicos

    Os 115 povos originários colombianos: cosmologias diversas e pilares de vida para reconstruir o tecido social. Entrevista especial com Marcela Gutiérrez Quevedo

    LER MAIS
  • O país suspenso. Poder, desgaste e expectativa no Brasil que caminha em 2026. Artigo de Paulo Baía

    LER MAIS
  • Zettel, cunhado de Vorcaro, é maior doador de Jair Bolsonaro e Tarcísio de Freitas

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

28 Março 2023

Certamente no primeiro lugar de nossa atenção deve estar a vida das pessoas. Além disso, nas guerras modernas o objetivo é essencialmente atingir alvos sensíveis e de importância estratégica sem qualquer respeito pelas populações envolvidas. A atenção pelos danos ambientais geralmente é secundária também porque se acredita que não afeta diretamente a vida das pessoas. Mais uma vez não percebemos que se trata do nosso habitat e que os danos causados à natureza comprometem a vida das pessoas.

O comentário é de Tonio Dell'Olio, presidente da Pro Civitate Christiana, publicado por Mosaico di Pace, 27-03-2023. A tradução é de Luisa Rabolini

Pois bem, com base nas informações oficiais, “desde o início das hostilidades na Ucrânia, foram danificadas, cerca de 20% das áreas naturais protegidas do país e 3 milhões de hectares de floresta, enquanto outros 450.000 hectares estão em áreas ocupadas ou afetadas pelos combates”. Isso pode ser entendido olhando o mapa interativo apresentado nos últimos dias pelo Greenpeace e pela Ecoaction, organização ambiental ucraniana, e visível em seus respectivos sites. Em suma, não é um efeito menos grave do que a guerra, aliás, pode ser considerado maior, pois está destinado a ter consequências ao longo do tempo.

Leia mais