Olhar à esquerda desde o centro e a possibilidade de um pragmatismo radical em debate

Mais Lidos

  • Duas antropologias em oposição pressupostas na IA. Artigo de Leonardo Boff

    LER MAIS
  • “Dados indicam que a Amazônia se aproxima cada vez mais de um ponto de não retorno, principalmente como resultado da combinação entre o desmatamento acumulado no sistema, as mudanças climáticas causadas pelo aquecimento global e os vários fatores de degradação florestal”, afirma o pesquisador

    Capacidade de recuperação da Amazônia é limitada: centro do mundo encontra-se ameaçado por práticas predatórias e ilegais. Entrevista especial com Bernardo Flores

    LER MAIS
  • Ecofeminismo: corpo, religião e educação na cidade. Entrevista com Ivone Gebara

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

17 Julho 2017

O olhar crítico de Moysés Pinto Neto sobre as questões políticas de nosso tempo tende a procurar uma perspectiva que alie crítica e pragmatismo teórico. É dentro desta dinâmica que o artigo Identidade de Esquerda ou Pragmatismo Radical?, publicado na edição 259 do Cadernos IHU ideias investiga o processo de transformação do campo político de esquerda no Brasil que restou muito reduzido a um tipo de identidade de esquerda muito restritiva e que perdeu sua plasticidade.

“O texto busca descrever o processo político brasileiro de 2002 a 2017, passando por lulismo, neodesenvolvimentismo e nascimento da esquerda cultural. Apresenta, a partir de um experimento de perspectivismo político, uma angulação diferente da esquerda desde o centro – e quais as respectivas incompatibilidades”, pontua Moysés Pinto Neto. Diante deste cenário, o autor propõe três alternativas para avançar no terreno da imaginação política. “A resistência, que é o aprofundamento da identidade, o reformismo – que é a ocupação do centro – e o pragmatismo radical, entendido como a tradução de intensidade que não precise passar pelo crivo identitário”, complementa.

Conheça esta e outras edições do Cadernos IHU ideias que podem ser acessadas gratuitamente na seção Mais Publicações do portal do IHU.

Assista a conferência de Moysés Pinto Neto

A desidentificação da esquerda como possibilidades na política brasileira – Parte 1

A desidentificação da esquerda como possibilidades na política brasileira – Parte 2

Leia mais