O presidente eleito das Filipinas julga “suficiente” seu pedido de desculpas ao Papa Francisco

Mais Lidos

  • Lula, sua última eleição e seus demônios. Artigo de Antonio Martins

    LER MAIS
  • Vozes de Emaús: Movimento Fé e Política faz história. Artigo de Frei Betto e Claudio Ribeiro

    LER MAIS
  • Parte do Sul Global, incluindo o Brasil, defende que países desenvolvidos abandonem os combustíveis fósseis primeiro. Para Martí Orta, não há espaço para ritmos nacionais distintos na eliminação de petróleo, gás e carvão. O pesquisador afirma que a abertura de novos projetos de exploração ignora os limites definidos pela ciência

    Cancelar contratos fósseis. Não ‘há tempo’ para transição em diferentes velocidades. Entrevista com Martí Orta

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

Por: André | 16 Mai 2016

O presidente eleito das Filipinas, Rodrigo Duterte, julgou, no domingo, “suficiente” ter apresentado por escrito seu pedido de desculpas ao papa por tê-lo chamado de “filho da p...”, indicando que não iria ao Vaticano como tinha anunciado.

A reportagem é publicada por Libération, 15-05-2016. A tradução é de André Langer.

Interrogado em uma coletiva de imprensa em Davaos (sul) sobre seu projeto de fazer uma viagem ao Vaticano, Duterte declarou que não tem “mais” a intenção. “Isso é o suficiente”, acrescentou, admitindo ter enviado uma carta.

Ele estimou que uma viagem “poderia ser um exercício hipócrita”.

Duterte, eleito no dia 09 de maio em base a um programa populista e que multiplicou as propostas julgadas excessivas, comunicou na quinta-feira que iria viajar ao Vaticano para apresentar pessoalmente suas desculpas ao papa.

Seu porta-voz, Peter Lavina, declarou que era para pedir “perdão” a Francisco.

No lançamento da sua campanha, em novembro passado, o advogado de 71 anos chamou o papa de “filho da puta” por ter provocado engarrafamentos em Manila durante a sua visita ao arquipélago de maioria católica.