Parques urbanos são ilhas de saúde em meio ao aço e concreto das grandes cidades

Imagem: Marcos Santos/USP Imagens

Mais Lidos

  • Observando em perspectiva crítica, o que está em jogo no aceleracionismo é quem define o ritmo das questões sociais, políticas e ambientais

    Aceleracionismo: a questão central do poder é a disputa de ritmos. Entrevista especial com Matheus Castelo Branco Dias

    LER MAIS
  • Entre a soberania, o neoextrativismo e as eleições 2026: o impasse do Brasil na geopolítica das terras raras. Artigo de Sérgio Botton Barcellos

    LER MAIS
  • Em decisão histórica, Senado rejeita nome de Messias ao STF

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

20 Outubro 2016

Para Saldiva, a compreensão de uma saúde mais integral começa a ser atingida pelos órgãos reguladores de saúde.

A informação foi publicada por Rádio USP, 19-10-2016.

“Parque é tudo de bom”, afirma o professor Paulo Saldiva em sua coluna semanal para a Rádio USP.

Ao abordar a importância dos parques na manutenção da qualidade de vida das pessoas, ele lembra que os parques reduzem as ilhas de calor e recompõem a umidade perdida pela concretagem do terreno, além de servirem como pontos de encontro entre seus usuários, ajudando a solidificar os laços sociais.

Eles também servem de palco a atividades culturais e de lazer. Crianças e idosos são especialmente beneficiados pela existência dos parques urbanos.

Confira o áudio aqui

Leia mais