Exxon reduz em 30% investimentos em tecnologias de baixo carbono

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11 Dezembro 2025

Sócia da Petrobras na exploração da Foz do Amazonas também pisa no freio da aplicação de recursos na transição energética.

A informação é publicada por ClimaInfo, 10-12-2025.

Uma das maiores petrolíferas do mundo — e também uma das primeiras a saber que a queima dos combustíveis fósseis é a principal causa das mudanças climáticas —, a ExxonMobil está pisando no freio em seus (parcos) planos de transição energética. A estadunidense reduziu em 30% seus planos de investimento em tecnologias de baixo carbono entre 2025 e 2030, baixando de US$ 30 bilhões para US$ 20 bilhões. Já as aplicações em petróleo e gás fóssil vão de vento em popa. O clima que espere.

A Exxon não apresentou uma razão concreta para o corte de recursos para baixo carbono, destaca o edie. No entanto, no início do ano, a petrolífera suspendeu os planos de instalar uma usina de hidrogênio de baixo carbono de US$ 7 bilhões em Baytown, no Texas, alegando baixa demanda dos clientes, informam Bloomberg e Financial Times.

A petrolífera estadunidense elevou sua previsão de lucros e fluxo de caixa futuros devido ao crescimento de ativos importantes na Bacia Permiana, nos EUA, na Guiana e no gás liquefeito (GNL) — e também à redução dos investimentos em tecnologias de baixo carbono. Agora a Exxon projeta um crescimento do fluxo de caixa de US$ 35 bilhões até 2030, um aumento de cerca de 17% em relação à projeção de um ano atrás, sem alterações nos investimentos de capital.

A empresa prevê produzir 5,5 milhões de barris de óleo equivalente por dia em 2030, relatam E&E News e Axios. O volume representa um crescimento de 17% em relação aos níveis atuais de produção da petrolífera e 100 mil barris por dia a mais do que a previsão feita há um ano.

Vale lembrar que a Exxon arrematou, em parceria com a Petrobras, 10 blocos de exploração de petróleo e gás fóssil na Foz do Amazonas, no “leilão do fim do mundo” promovido pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) em junho passado. A petrolífera aposta na suposta similaridade geológica da bacia brasileira com a Guiana, onde a estadunidense explora grandes reservas de petróleo.

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