Ucrânia abre escolas subterrâneas

Foto: Aaron Burden/Unsplash

Mais Lidos

  • Primeiro o coração, depois as regras. O retorno ao querigma. O apelo do Cardeal Fernández no consistório

    LER MAIS
  • Rodrigo Martin-Iglesias analisa a “nova desordem mundial” que reconfigura a América Latina

    “O sequestro de Maduro é um espasmo do declínio imperial.” Entrevista com Rodrigo Martin-Iglesias

    LER MAIS
  • Como a China poderá responder ao ataque de Trump à Venezuela?

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

25 Setembro 2025

Depois de meses, alguns até anos sem uma aula presencial por causa dos ataques aéreos russos, crianças e jovens da região de Kharkiv, na Ucrânia, retornaram ao ensino presencial em escolas subterrâneas recém-construídas.

A informação é de Edelberto Behs.

No nordeste da Ucrânia, onde se situa Kharkiv, metade de todas as escolas foram danificadas ou destruídas. Segundo dados da ONU, a guerra impactou o sistema educacional ucraniano, com mais de 3,6 mil escolas e universidades danificadas e cerca de 400 totalmente destruídas.

Esse panorama é responsável pela ausência de 600 mil alunos fora das salas de aula presenciais, informa da repórter Tetiana Kuras, da Agência das Nações Unidas para Refugiados (Acnur).

Em parceria com o governo local, a Acnur e a Federação Luterana Mundial construíram e reabilitaram cinco escolas subterrâneas, abrigando quase 2,5 mil alunos e mais de 400 professores, que não precisam mais recorrer a abrigos de proteção quando dos alertas de ataques aéreos, sem interromper as aulas presenciais.

“Crianças pequenas aprendem não apenas com os livros, mas umas com as outras. Elas precisam de aprendizagem presencial e ao vivo, porque é uma parte crucial do seu desenvolvimento pessoal. As crianças estão aprendendo a se comunicar, fazer amigos e resolver problemas juntos.

Elas são táteis, adoram abraçar, compartilhar brinquedos e simplesmente estar perto umas das outras. Essas são habilidade essenciais que elas não conseguem desenvolver por meio de uma tela”, comentou Anastasia Makovetska, professora do ensino fundamental há mais de dez anos, aplaudindo o retorno das aulas presenciais.

Leia mais