Mesmo após cheias, superfície de água do Pampa está abaixo da média

Foto: Eduardo Amorim/Flickr

Mais Lidos

  • O Papa descreve o Concílio Vaticano II como a "estrela polar do caminho da Igreja" e apela ao progresso na "reforma eclesial"

    LER MAIS
  • “A memória sem cérebro desafia a associação quase automática entre memória e sistema nervoso central”, exemplifica o pesquisador

    Os mistérios mais atraentes da neurobiologia vegetal são os que questionam as categorias do pensamento moderno. Entrevista especial com Guilherme Soares

    LER MAIS
  • No capitalismo mafioso Nicolás Maduro veste Nike. Artigo de Ivana Bentes

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

26 Março 2025

A nova coleção de mapas e dados sobre cobertura do território nacional por superfície de água, lançada na sexta pelo MapBiomas, mostra que, apesar das cheias históricas no ano passado, a superfície de água no Pampa segue abaixo da média. Segundo Juliano Schirmbeck, coordenador técnico do MapBiomas Água, 2024 foi um ano de extremos climáticos no bioma gaúcho, com estiagem até março, seguida da maior superfície de água mensal em 40 anos, registrada em maio devido às chuvas intensas no estado.

A informação é publicada por Matinal, 25-03-2025.

Leia mais