Mesmo após cheias, superfície de água do Pampa está abaixo da média

Foto: Eduardo Amorim/Flickr

Mais Lidos

  • “Se o capitalismo desaparecer, uma infinidade de mundos pós-capitalistas o sucederá”. Entrevista com Jérôme Baschet e Laurent Jeanpierre

    LER MAIS
  • Cardeais, jornalistas e prelados: a rede ultraconservadora que conspirava contra Bergoglio

    LER MAIS
  • O levante indígena contra a privatização de rios no Brasil. Artigo de Raúl Zibechi

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

26 Março 2025

A nova coleção de mapas e dados sobre cobertura do território nacional por superfície de água, lançada na sexta pelo MapBiomas, mostra que, apesar das cheias históricas no ano passado, a superfície de água no Pampa segue abaixo da média. Segundo Juliano Schirmbeck, coordenador técnico do MapBiomas Água, 2024 foi um ano de extremos climáticos no bioma gaúcho, com estiagem até março, seguida da maior superfície de água mensal em 40 anos, registrada em maio devido às chuvas intensas no estado.

A informação é publicada por Matinal, 25-03-2025.

Leia mais