Culturas inclusivas são mais próximas da vontade de Cristo

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24 Outubro 2024

Mesmo pessoas bem-intencionadas causam ofensa racial e dor todos os dias, involuntária e inconscientemente, alerta o material antirracista dirigido a igrejas e comunidades eclesiais. “Apelamos a todos os cristãos para se deem conta desses pecados e práticas pecaminosas em suas próprias comunidades e comecem a tomar ações decisivas fortalecidas pela palavra de Deus”, escreve o secretário geral do Conselho Mundial de Igrejas (CMI), pastor Dr. Jerry Pillay, no prefácio do material.

A reportagem é de Edelberto Behs.

Culturas inclusivas nas comunidades e nos locais de trabalho são mais desejáveis e semelhantes a Cristo, enfatiza o caderno “Igrejas Antirracistas: Estudos Bíblicos Contextuais Ecumênicos Antirracismo, Antixenofobia e Antidiscriminação, editado pelo CMI. Esse kit de ferramentas convida e desafia cristãos a investir na mitigação inconsciente, muitas vezes, das micro agressões contra pessoas consideradas diferentes, ao incentivar o emprego da lente da diversidade, equidade e inclusão.

O CMI reconhece que até mesmo comunidades de fé, incluindo igrejas-membros, participaram e contribuíram para os muitos casos de exploração motivada por questões raciais, passadas e presentes. O espírito de consumo desinibido levou à exploração da Criação, à escravidão dos povos, à colonização de terras e povos, e à extração e
exploração desenfreada de recursos naturais.

Daí o apelo de Pillay para que que cristãos trabalhem desafiando os conhecimentos adquiridos, especialmente no subconsciente sobre outras pessoas, “para desaprender os estereótipos e preconceitos que têm o potencial de azedar relacionamentos com irmãs e irmãos de outras comunidades”.

O kit de ferramentas está disponível em inglês aqui.

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