Bolsonaro reforça uma ideologia beligerante, critica fórum de teólogos

Foto: Marcelo Camargo | Agência Brasil

Mais Lidos

  • “Muitos homens pensam que perder a dominação sobre as mulheres é uma perda da sua própria masculinidade, o que não é verdade. Um homem pode ser homem, ter seus valores e nem por isso precisa dominar mulheres, crianças ou pessoas de outras etnias”, diz a socióloga

    Feminicídio: “A noção de propriedade é profunda”. Entrevista especial com Eva Alterman Blay

    LER MAIS
  • Trump enfrenta uma guerra mais longa do que o esperado no Irã, com problemas no fornecimento de munição e armas

    LER MAIS
  • “É fundamental não olharmos apenas para os casos que chocam pela brutalidade, mas também para as violências cotidianas que atingem mulheres e meninas, que muitas vezes são naturalizadas e invisibilizadas”, adverte a assistente social

    Combate à violência contra as mulheres: “Essa luta ainda é urgente”. Entrevista especial com Cristiani Gentil Ricordi

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

20 Outubro 2022

O Fórum de Associações Científicas de Ciências da Religião, Teologia e Ensino Religioso – Facreter emitiu nota, na segunda-feira, 17, na qual repudia a instrumentalização política das igrejas e religiões “durante todo o período do governo Bolsonaro e reiterada em sua atual campanha eleitoral, pela qual se associa a sua pessoa à de governante e candidato escolhido por Deus”.

A reportagem é de Edelberto Behs, jornalista.

A nota condena o “caráter exclusivista das políticas e das propostas do governo de Bolsonaro, nuclearizado em torno de uma ideologia beligerante, que reforça, no plano religioso, a ideia de que no Brasil se vive uma guerra espiritual e, no plano político, a narrativa de uma cruzada do bem contra o mal”.

Facreter refere-se também ao “sistemático desrespeito aos mais vulneráveis, às minorias étnicas e sexuais”, à política econômica que privilegia a concentração de riquezas e não a qualidade de vida da população. Frisa que a prática do orçamento secreto favorece “a promiscuidade política entre os poderes Legislativo e Executivo, e a corrupção do dinheiro público”. Lamenta os bloqueios orçamentários nas áreas da Educação, Ciência e Tecnologia.

Criado há um ano, o Fórum integra mais de 600 estudiosos de diferentes religiões. Facreter está ligado à Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Teologia e Ciência da Religião, criada em 2008. A Associação reúne instituições de ensino ligadas a universidades católicas, metodista e batista.

Leia mais