Líderes da Assembleia de Deus impedem participação da imprensa em eventos onde Bolsonaro foi pedir votos

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11 Outubro 2022

 

Jornalistas que acompanhavam a visita do presidente Jair Bolsonaro em campanha na cidade de São Paulo foram expulsos do templo da Assembleia de Deus Madureira, na terça-feira, 4, onde acontecia culto e reunião de obreiros e pastores da denominação. As hostilidades começaram após a saída da comitiva do presidente do estacionamento no subsolo do templo, no bairro do Brás.

 

A reportagem é de Edelberto Behs, jornalista.

  

Equipe da Rede Globo teve que se abrigar em estacionamento próximo, depois que um grupo de bolsonaristas passou a hostilizá-la. O mesmo ocorreu com a reportagem da Sputnik Brasil. Um pequeno grupo de pessoas ligadas à Assembleia acorreu na proteção aos jornalistas enquanto saiam do local.

 

O bispo Samuel Ferreira, que presidia a cerimônia, ameaçou processar repórteres que registrassem o culto sem autorização, relata a Folha de S. Paulo. “Receberemos aqui algumas autoridades que foram convidadas por nós. Somente esses e membros da igreja podem permanecer aqui”, disse o religioso, antes de Bolsonaro subir ao púlpito para falar. “Se algum membro da imprensa não autorizado estiver presente, saiba que está atrapalhando o bom andamento desta assembleia e saiba que pode ser processado por atrapalhar o culto em local que é guardado pela Constituição”, frisou.

 

Participaram do culto a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, o senador recém-eleito, Marcos Ponte (PL), a senadora eleita Damares Alves (Republicanos), o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL), o candidato ao governo do Estado de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) e a deputada federal Carla Zambelli (PL).

 

Bolsonaro pediu votos. Também na Convenção Fraternal das Assembleias de Deus de São Paulo, realizado no bairro do Belenzinho, a imprensa foi impedida pelos seguranças da igreja de entrar no recinto, sob o argumento de que se tratada de um evento fechado.

 

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