Escola altera texto em homenagem a missionários mortos no Equador

Jim Elliot e missionários, que foram mortos quando procuravam evangelizar o povo Waorani, no Equador, em 1956. (Foto: Bethany Global University)

Mais Lidos

  • Conhecer Jesus. Artigo de Eduardo Hoornaert

    LER MAIS
  • Freira de 82 anos é morta em convento brasileiro

    LER MAIS
  • Para o pesquisador e membro do coletivo Aceleracionismo Amazônico, é necessário repensar radicalmente as possibilidades políticas tributárias de um paradigma prenhe de vícios modernos

    Pensar de modo abolicionista produz uma ética da generosidade. Entrevista especial com Bräulio Marques Rodrigues

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

02 Junho 2021

 

O Wheaton College, uma instituição evangélica de Illinois, EUA, alterou o texto da placa que homenageia o ex-aluno Jim Elliot e quatro missionários mortos quando procuravam evangelizar o povo Waorani, no Equador, em 1956.

A reportagem é de Edelberto Behs, jornalista. 

A placa reformulada continua prestando homenagem aos mortos, mas substitui o termo “índios selvagens” por “povos indígenas”, e o termo pejorativo “Auca” para nações autóctones da região pelo nome tribal adequado “Waorani”. 

A nova redação, substituta do texto considerado ofensivo, foi aprovado por força-tarefa formada por um historiador, um missionário e dois estudantes, um de graduação e outro de pós-graduação da escola. “O sacrifício (dos missionários) foi um ponto de virada para os Waorani e uma inspiração para missões evangélicas em todo o mundo”, diz a nova redação. Mais tarde os Waorani converteram-se ao cristianismo

O presidente do Wheaton College, Philip Ryken, apoiou a alteração e disse que “quaisquer descrições em nosso campus de pessoas ou grupos de pessoas devem refletir a plena dignidade dos seres humanos feitos à imagem de Deus”.

 

Leia mais