Pastor quebra santa, é investigado e se diz arrependido

Foto: Reprodução/Arquivo

Mais Lidos

  • ​Sociólogo analisa a conjuntura eleitoral e os possíveis desfechos da eleição de domingo. “Diria que hoje, para sermos mais conservadores na análise, os dois vão para o segundo turno com um viés de alta para o Lula”

    Eleições 2026: “Brasil pode entrar numa rota de conflito interno e de ingovernabilidade radical”. Entrevista especial com Rudá Ricci

    LER MAIS
  • EUA: Conferência Episcopal apresenta parecer jurídico como ‘amicus curiae’ em caso de não discriminação contra LGBTQ+

    LER MAIS
  • O mundo pós-Trump: a reconstrução da governança ambiental global. Artigo de Carlos Bocuhy

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

23 Abril 2021

A Polícia Civil de Santo Antônio da Platina, cidade localizada a 370 Km ao norte de Curitiba, no Paraná, está investigando o pastor Miguel Moreira, da Igreja Visão em Cristo, e o presbítero Alex, por crime contra o sentimento religioso. No dia 2 de abril, o pastor martelou uma imagem de Nossa Senhora Aparecida e outra de Buda, quebrando-as, jogou álcool nelas e as queimou.

A informação é de Edelberto Behs, jornalista.

A ação foi filmada por Alex. O pastor justificou o ato, enquanto martelava as imagens, “em nome de Jesus”, para acabar com “o espírito da maldição” que estava destruindo a família. As imagens viralizaram nas redes sociais e foi notícia no programa Balanço Geral, da RIC Mais, afiliada da TV Record. O pastor foi criticado por fiéis e dirigentes de outras igrejas.

Em entrevista à Difusora FM de Santo Antônio da Platina, Miguel Moreira disse estar arrependido e pediu desculpas aos fiéis católicos. O presbítero, que vazou o vídeo, também está sendo investigado.

 

Leia mais