Imazon divulga dados do desmatamento na Amazônia e aponta aumento em comparação com janeiro do ano passado

Desmatamento. | Foto: PxHere

Mais Lidos

  • Centenas de aeronaves americanas prontas para atacar. Forças russas e chinesas estão realizando exercícios com Teerã

    LER MAIS
  • Pesquisadora e autora do livro Capitalismo Gore, lançado recentemente no Brasil, analisa como a violência contra minorias políticas resulta de um embaralhamento entre patriarcado e lucratividade midiática que transforma líderes extremistas em chefes de estado

    O desafio de transcender o ódio, combustível da extrema-direita, para superar a teocracia midiática. Entrevista especial com Sayak Valencia

    LER MAIS
  • O que é o Conselho da Paz, que será inaugurado amanhã por Donald Trump, e quem participa dele?

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

02 Março 2019

A informação é de Stefânia Costa, publicada por Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia – Imazon, e reproduzida por EcoDebate,  01-03-2019.

O Imazon publicou os dados do Boletim do Desmatamento (SAD) referentes ao mês de janeiro de 2019. No total, foram detectados 108 km² de desmatamento na Amazônia Legal. Segundo o boletim, no primeiro mês de 2019, houve um aumento de 54% em comparação com os dados de janeiro de 2018.

O estado do Pará é o primeiro do ranking com áreas mais desmatadas em janeiro, com 37% do total. O Mato Grosso tem 32%, Roraima tem 16%, Rondônia ficou com 8% e os estados do Amazonas e do Acre ficaram com 6% e 1%, respectivamente.

Em janeiro de 2018, não houve detecção de degradação florestal, porém, em 2019, foram detectados 11 km² de florestas degradadas. Essa degradação ocorreu nos estados do Mato Grosso (55%), Pará (27%), Amazonas (9%) e de Rondônia (9%).

Ainda de acordo com o boletim do Imazon, em janeiro de 2019, a maioria (67%) do desmatamento ocorreu em áreas privadas ou sob diversos estágios de posse. O restante do desmatamento foi registrado em assentamentos (21%), Terras Indígenas (7%) e Unidades de Conservação (5%).

A Unidade de Conservação mais desflorestada foi a APA Triunfo do Xingu, com 3 km² de desmatamento. Outras áreas de conservação como, a APA do Tapajós e a Resex Verde para Sempre, também localizadas no Pará, aparecem no ranking. A Terra Indígena Ituna/Itatá, no Pará, e Aripuanã, em Rondônia e Mato Grosso, foram as que apresentaram maiores índices de desmatamento, com 4 km² e 1,5 km², respectivamente.

Boletim do desmatamento da Amazônia Legal (janeiro de 2019) SAD.

Leia mais