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O desalento de 4,3 milhões de pessoas que desistiram de procurar trabalho

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06 Junho 2018

No Brasil, no 4º trimestre de 2017, os desalentados chegaram a 4,3 milhões de pessoas, o maior contingente desde o início da série histórica da Pnad Contínua, iniciada no 1º trimestre de 2012, quando os desalentados somavam 1,9 milhão. É o caso de Alane Nascimento e Andressa Estrela, que têm em comum, além da idade (23 anos), o mesmo sentimento em relação ao mercado de trabalho: o desânimo. As estudantes, que moram em Salvador (BA), desistiram de procurar emprego depois de se candidatarem a diversas vagas e não serem chamadas sequer para a entrevista, mas não hesitariam em aceitar uma vaga, caso aparecesse a possibilidade de voltar a trabalhar.

A reportagem é de Alana Lima, Helena Tallmann, Marília Loschi e Rita de Cássia, publicada por IBGE, e reproduzida por EcoDebate, 04-06-2018.

“Colocava currículo para trabalhar em lojas, shoppings, em vagas de caixa, telemarketing, e não era chamada. Acredito que tenha sido pela falta de experiência, já que eu trabalhei apenas em uma empresa, como jovem aprendiz”, supõe Andressa, que procurou novas oportunidades, sem êxito, durante três anos e desistiu da busca há dez meses.

Já Alane tentou uma vaga de emprego formal durante quatro anos, desde que seu contrato como jovem aprendiz foi encerrado, em 2014. A desistência de bater à porta das empresas aconteceu há cerca de oito meses. “Durante todo esse tempo coloquei uns 60 currículos. Quando eu via que ninguém me chamava para entrevista eu desanimava e desistia, depois tentava de novo. Mas em agosto de 2017 eu decidi parar de procurar”, conta Alane. As duas jovens estão entre as 663 mil pessoas que estavam fora da força de trabalho na Bahia por uma das seguintes razões: não conseguiam trabalho, ou não tinham experiência, ou eram muito jovens ou idosas, ou não encontraram trabalho na localidade – e que, se tivessem conseguido trabalho, estariam disponíveis para assumir a vaga. É a chamada população desalentada.

Jovens, pouco experientes e desalentadas Em Minas Gerais, Indira de Oliveira, 24 anos, desistiu de procurar emprego e, por conta disso, também teve que desistir de casar e construir seu próprio lar. Desde que a pequena empresa de telemarketing em que trabalhava fechou, no final de 2015, Indira não consegue uma recolocação formal no mercado de trabalho. E não foi por falta de tentativa: entre outubro de 2015 e novembro de 2017 a jovem contabilizou o envio de 358 currículos para a Região Metropolitana de Belo Horizonte. “Desse total, no máximo umas 15 empresas marcaram entrevistas. Poucas retornaram o contato”, lamenta. Cansada de sofrer com a expectativa de conseguir o emprego, ela decidiu dar uma pausa nas buscas no final do ano passado.

Somando as pessoas que não desistiram de procurar emprego – os 12,3 milhões de desocupados, e os 6,5 milhões de sub-ocupados por insuficiência de horas – e as 7,6 milhões de pessoas que estão fora da força de trabalho, a subutilização mostrou que falta trabalho para 26,4 milhões de brasileiros. “Essa desagregação mostra que, não só gerar posto de trabalho, mas a gente tem que se preocupar também com as mulheres que não têm com quem deixar o filho, a dificuldade que os jovens têm de se inserir no mercado de trabalho. O desalento mostra muito isso, com parte expressiva apontando para os jovens, as mulheres, a população de cor preta ou parda e principalmente pessoas de escolaridade mais baixa”, explica o coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE  Cimar Azeredo.

Dificuldades para recomeçar

Outra faixa da população atingida pelo desalento são as pessoas mais velhas. Com 54 anos e mais de duas décadas depois de parar de trabalhar, a pernambucana Jô Fontes tentou se inserir novamente no mercado de trabalho em 2015. Desde os 18, ela foi funcionária de grandes lojas do Recife e só parou de trabalhar aos 30, depois que uma das filhas nasceu. “Tive bebê, ela teve coqueluche, aquela coisa… realmente tive que sair para tomar conta dela”, lembra. Jô ficou fora da força de trabalho até se divorciar, quando começou a procurar emprego. Atualizou o currículo e entregou em várias lojas, mas veio a decepção: silêncio, preconceito, nãos, até que desistiu. “Vi que não tinha mais chances e parei. O problema era a idade e, a cada dia, eu vou envelhecendo, o que eu poderia fazer?”, questiona. “Fica chato você procurar uma coisa, procurar, procurar… aí alguém vê uma foto e acha que você não tem possibilidade de ter aquele emprego”, lamenta.

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