Congresso reduz contribuição previdenciária de produtores rurais

Plantação. | Foto: PxHere

Mais Lidos

  • Conhecer Jesus. Artigo de Eduardo Hoornaert

    LER MAIS
  • Freira de 82 anos é morta em convento brasileiro

    LER MAIS
  • Para o pesquisador e membro do coletivo Aceleracionismo Amazônico, é necessário repensar radicalmente as possibilidades políticas tributárias de um paradigma prenhe de vícios modernos

    Pensar de modo abolicionista produz uma ética da generosidade. Entrevista especial com Bräulio Marques Rodrigues

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

16 Dezembro 2017

Ao mesmo tempo que o governo tenta convencer o Congresso Nacional a aprovar a reforma da Previdência, o Senado manteve o projeto da Câmara que reduz a contribuição previdenciária de produtores rurais.

A reportagem é de Lucas Pordeus León, publicada por Radioagência Nacional, 15-12-2017.

Aprovado na Câmara, na terça-feira (13), o Senado manteve o texto nessa quinta-feira (14) e a matéria agora segue para sanção presidencial.

A proposta reduz em 40% a contribuição do produtor rural e em cerca de 50% da contribuição de empresas rurais para o Funrural, o Fundo de Apoio a Aposentadoria dos Trabalhadores do Campo.

O texto parcela dívidas de empresas do setor em até 15 anos, com descontos que chegam a 100% em multas e juros. O senador Randolfe Rodrigues, da Rede do Amapá, disse que a medida é contraditória.

O governo calcula em R$ 5,5 bilhões de renúncia fiscal, mas a oposição fala em R$ 18 bilhões. A senadora Simone Tebet, do PMDB do Mato Grosso do Sul, defendeu a medida para estimular o setor.

O projeto foi uma medida provisória editada pelo governo, mas como venceu o prazo sem ser aprovada foi fechado um acordo e o texto foi convertido em um projeto de lei.

No novo texto, a alíquota do pagamento à vista para parcelar os débitos foi reduzida de 4% para 2,5%.

Leia mais