RS. Indígenas Guarani Mbya ocupam área da Fepagro em Maquiné

Foto: Reprodução/ Facebook

Mais Lidos

  • A verdadeira vítima do racismo é quem se dedica a destruir o outro. Entrevista com Alain Kaly

    LER MAIS
  • ‘Nossa vida não é mercadoria’: maior feira de economia solidária da América Latina abre 32ª edição

    LER MAIS
  • Biopolítica eclesiástica de Flávio Bolsonaro e sua santificação política. Artigo de Fábio Py

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

30 Janeiro 2017


Para a comunidade de aproximadamente 80 pessoas, entre adultos e crianças, trata-se da retomada de um território que foi usurpado. (Foto: Facebook/Reprodução)


Cerca de 30 famílias Guarani Mbya ocuparam, sexta-feira (27) uma área no município de Maquiné, no litoral norte do Rio Grande do Sul, com o objetivo de fundar uma nova aldeia. A área, que pertence atualmente à Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária (Fepagro), em vias de extinção pelo governo de José Ivo Sartori (PMDB), tem matas, um rio de águas limpas e uma terra propícia para a agricultura. Os Guarani reivindicam a área como terra indígena.

A informação é de Marco Weissheimer, publicada por Sul21, 29-01-2017.

Para a comunidade de aproximadamente 80 pessoas, entre adultos e crianças, trata-se da retomada de um território que foi usurpado. O litoral norte do Rio Grande do Sul é ocupado por grupos guarani desde antes da chegada dos europeus ao Brasil. Com a violência do processo de colonização e a entrega dessas áreas para colonos, os guarani foram expulsos das terras em que viviam. Somente nas últimas décadas do século XX conseguiram começar a voltar para essa região, vivendo em pequenas áreas com precárias condições de vida.

Diversas entidades estão se mobilizando para apoiar as famílias Guarani. Três frentes estão sendo organizadas, em Porto Alegre, Caxias do Sul e Capão da Canoa, para recolher e levar alimentos, roupas e lonas para o grupo.

Leia mais