'Fosso' entre acusação e prova põe em xeque futuro da Lava Jato, diz jornal dos EUA

Mais Lidos

  • Falta de perspectiva em relação ao futuro e divisão ideológica marcam as eleições deste domingo,  diz o cientista político e professor aposentado da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

    Eleições 2026: frustração é o sentimento que domina o brasileiro. Entrevista especial com Benedito Tadeu César

    LER MAIS
  • Golpe institucional na Bolívia com a ajuda da DEA

    LER MAIS
  • O celular que sabe demais. Artigo de Frei Betto

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

15 Setembro 2016

Os promotores que apresentaram denúncia contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva fizeram uma "litania" de acusações, mas foram econômicos ao apresentar as provas - o que pode colocar em xeque o futuro da Operação Lava Jato.

A informação é publicada por BBC Brasil, 15-09-2016.

Assim descreve o diário americano Chicago Tribune a entrevista coletiva do Ministério Público Federal do Paraná transmitida ao vivo pela TV na quarta-feira.

O jornal repercute, assim como os principais jornais estrangeiros, as acusações levantadas contra o ex-presidente.

Mas se as denúncias já eram esperadas, a linguagem utilizada pelos promotores foi "impressionante", descreveu o jornal.

Os promotores classificaram o petista como "comandante máximo", "maestro", "grande general" do megaesquema de corrupção que envolve a Petrobras e distribuição de cargos públicos, classificada pela promotoria com o neologismo "propinocracia" ou "um governo regido pela propina".

Para o Chicago Tribune, "o fosse escancarado entre as acusações verbais e as denúncias (formais) levantaram questões sobre o futuro da investigação".

Se por um lado as "acusações drásticas" podem ajudar os promotores a manter o caso em sua jurisdição, por outro, implicam "riscos" de que a investigação seja vista como politizada.

Leia mais...