"Obrigado pela Laudato si’": Greenpeace acolhe o Papa Francisco na JMJ

Mais Lidos

  • Governo Trump retira US$ 11 mi de doações de instituições de caridade católicas após ataque a Leão XIV. Artigo de Christopher Hale

    LER MAIS
  • Procurador da República do MPF em Manaus explica irregularidades e disputas envolvidas no projeto da empresa canadense de fertilizantes, Brazil Potash, em terras indígenas na Amazônia

    Projeto Autazes: “Os Mura não aprovaram nada”. Entrevista especial com Fernando Merloto Soave

    LER MAIS
  • Para o sociólogo, o cenário eleitoral é moldado por um eleitorado exausto, onde o medo e o afeto superam os projetos de nação, enquanto a religiosidade redesenha o mapa do poder

    Brasil, um país suspenso entre a memória do caos e a paralisia das escolhas cansadas. Entrevista especial com Paulo Baía

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

26 Julho 2016

Ativistas do Greenpeace da Polônia, Alemanha, França e Croácia acolheram o Papa Francisco em Cracóvia, por ocasião da Jornada Mundial da Juventude, com mensagens de agradecimento pela recente encíclica Laudato si'.

A reportagem é do sítio Adnkronos, 25-07-2016. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Os ativistas, em caiaques, no rio Vístula, também abriram uma enorme faixa com o retrato do papa e as seguintes palavras: "As mudanças climáticas são um problema que não pode ser deixado para as futuras gerações".

Reduzir as emissões de gases de efeito estufa não é apenas importante, mas também é urgente e não pode ser feito sem uma mudança decidida em direção às energias renováveis, especialmente na Polônia, onde a maior parte da energia é produzida a partir de fontes fósseis.

A Itália, ao contrário, ressalta o Greenpeace, é um dos poucos países do mundo nos quais a porcentagem de energia produzida a partir de fontes renováveis diminuiu em comparação com as fósseis nos primeiros meses de 2016.