“A partir da sua cosmovisão, os povos podem nos ensinar outras formas de viver”, diz bispo membro do Conselho Sinodal

Mais Lidos

  • Observando em perspectiva crítica, o que está em jogo no aceleracionismo é quem define o ritmo das questões sociais, políticas e ambientais

    Aceleracionismo: a questão central do poder é a disputa de ritmos. Entrevista especial com Matheus Castelo Branco Dias

    LER MAIS
  • Em decisão histórica, Senado rejeita nome de Messias ao STF

    LER MAIS
  • Entre a soberania, o neoextrativismo e as eleições 2026: o impasse do Brasil na geopolítica das terras raras. Artigo de Sérgio Botton Barcellos

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

24 Mai 2018

Dom Rafael Cob García, bispo do Vicariato de Puyo, na Amazônia equatoriana e membro da Repam Equador, faz parte do Conselho Sinodal e aborda a importância do Sínodo Pan-Amazônico para a Igreja Universal. Ele afirma que os povos amazônicos têm muito a nos ensinar, para entender também, de uma perspectiva teológica, o significado da relação com a natureza e o meio em que vivemos.

A reportagem é publicada por Cáritas Ecuador, 22-05-2018. A tradução é de André Langer.

“A partir da sua cosmovisão, nascida da sua experiência, eles podem nos ensinar muito na forma de ver as coisas, de pensar, de viver”, afirma. A Repam Equador prepara-se para iniciar a caminhada rumo ao Sínodo. No Equador, espera-se realizar assembleias territoriais nos seis vicariatos amazônicos, com a participação de diferentes vozes locais, com diferentes rostos: indígenas, urbanos, mestiços, camponeses, afros.