58,9% da população têm visão crítica da Lava Jato, mostra pesquisa

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20 Outubro 2016

O senhor acredita que a Operação Lava Jato está contribuindo para combater a corrupção no Brasil? Para 39,6%, as investigações trazem benefício para o País neste aspecto, mas têm sido conduzidas de forma parcial. Outros 19,3% acreditam que a operação "é ruim para o Brasil".

A informação foi publicada por CartaCapital, 19-10-2016.

A impressão de que as investigações da força-tarefa da Operação Lava Jato são seletivas ou negativas foi captada no âmbito da 132º rodada da pesquisa CNT/MDA, que entrevistou 2002 pessoas em 137 municípios de 25 unidades federativas nas cinco regiões brasileiras. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais com 95% de nível de confiança.

Outros 31,6% responderam que a operação "só traz benefícios para o Brasil e tem sido conduzida de forma adequada". Já 9,5% não sabem ou não responderam ao questionamento.

As investigações conduzidas pelo juiz Sergio Moro, responsáveis pela Lava Jato em primeira instância, são amplamente conhecidas do público entrevistado: 89,9% têm acompanhado ou ouviram falar das ações que envolvem a Petrobras.

Desse grupo, 63,3% acreditam que a ex-presidenta Dilma Rousseff é culpada pela corrupção que está sendo investigada. Dilma foi destituída pelo Senado em 31 de agosto por crime de responsabilidade fiscal. Um percentual ainda maior acha que o ex-presidente Lula é culpado dos fatos levantados pelas investigações. Lula é réu em duas ações relacionadas à Lava Jato.

Acerca do futuro da operação, a maior parte dos entrevistados acredita que não haverá alterações após a mudança no governo federal. Para 44,8%, as investigações não serão nem fortalecidas e nem enfraquecidas no governo de Michel Temer. Para 25,7%, a Lava Jato será fortalecida e 21,2% consideram que haverá enfraquecimento.

A pesquisa também tratou de outros temas, como a popularidade do atual presidente, as medidas já propostas pelo governo do peemedebista, além das intenções de voto para o pleito presidencial de 2018.

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