Sudão do Sul: missionários verbitas são forçados a deixar o país devido aos ataques contínuos contra a sua missão

Mais Lidos

  • O que Abraão pode nos ensinar sobre discernir a vontade de Deus? Artigo de Maura Aranguren

    LER MAIS
  • Os nazistas voltaram, os comunistas morreram, a humanidade fracassou. Artigo de Alexandre Francisco

    LER MAIS
  • “O caso Master e a crise do Supremo convergem para uma questão republicana fundamental: saber se as instituições brasileiras dispõem de mecanismos suficientemente transparentes e impessoais para impedir que poder econômico, influência política e autoridade institucional se convertam reciprocamente em contraventores ou fautores de ilicitudes”, diz o jurista

    Convulsão intestina no STF: “É uma crise acerca da qualidade republicana do Estado brasileiro”. Entrevista especial com José Geraldo de Sousa Junior

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

29 Agosto 2016

Os verbitas deixam o Sudão do Sul. É o triste resultado de uma prolongada série de ataques brutais contra a missão de Lainya, onde estão presentes muitos refugiados, também da Uganda.

A nota é do Servizio Informazione Religiosa (SIR), 25-08-2016. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

A violência desestabilizou a região e colocou em grave perigo a população e os missionários da Sociedade do Verbo Divino. O futuro parece sombrio para o Sudão do Sul.

Os verbitas decidiram abandonar a sua missão fundada em 2012, confirmando: "No fim, sentimo-nos espectadores impotentes, capturados em um vórtice de inveja, ódio e violência sem fim", confirmou o missionário verbita padre Francis Joseph Naduviledathu ao portal da Igreja alemã Katholisch.de.

Os militares e as milícias dos rebeldes combateram "lutas brutais" em Lainya, confirmou o missionário, afirmando que "a paz continua sendo um sonho distante no Sudão do Sul".

Uma noite, soldados do governo bêbados atiraram selvagemente pelas ruas de Lainya, contou o padre Naduviledathu, e, no fim de julho, a missão foi atacada pelos soldados: "Eles nos intimidaram com as suas armas, escolheram dois dos ugandeses refugiados na missão, arrastaram-nos pelas imediações da igreja e atiraram contra eles. Um dos ugandenses morreu na hora", contou o padre Francis Joseph, confirmando como "improvável" um retorno ao Sudão do Sul em um curto espaço de tempo.