Bloco proíbe navios com bandeira das Ilhas Malvinas

Mais Lidos

  • O discurso histórico de Trump. Artigo de E. Raúl Zaffaroni

    LER MAIS
  • Colonialismo 3.0: a eclosão do ovo da serpente fascista dos EUA

    LER MAIS
  • O que a Venezuela tem a ver com isso? Artigo de Flávio Lazzarin

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

21 Dezembro 2011

Os presidentes do Mercosul determinaram ontem a proibição do atraque de navios com bandeira das Ilhas Malvinas (Falklands, de acordo com a denominação britânica) nos portos dos países do bloco. Porém, esta norma, já adotada pela União das Nações Sul-americanas (Unasul), somente será aplicada caso não viole normas de cada país e legislações internacionais.

A informação é de Ariel Palacios e publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo, 21-12-2011.

Desta forma, o governo da presidente Cristina Kirchner obteve um novo respaldo do Mercosul para suas reivindicações territoriais das Malvinas, arquipélago controlado pela Grã-Bretanha.

A maior parte dos navios com bandeiras das Malvinas são pesqueiros de outras nacionalidades obrigados, por questões de licença, a usar a bandeira das ilhas. Os navios com bandeiras das ilhas estavam impedidos há vários anos de atracar em portos argentinos.