Condenados os assassinos do padre Longueville, morto durante a ditadura militar argentina

Mais Lidos

  • De Rerum Novarum a Leão XIV: não era o vapor, mas a ética; não são os dados, mas a dignidade. O que vale não é mensurável. Artigo de Paolo Benanti

    LER MAIS
  • Juventude e novas direitas, para além dos estereótipos e dos extremos. Entrevista com Beatriz Besen

    LER MAIS
  • Soberania em risco: EUA podem classificar PCC e CV como terroristas; especialistas temem intervenção

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Por: André | 12 Dezembro 2012

Os dois sacerdotes [Carlos Murias e Gabriel Longueville] foram sequestrados no dia 18 de julho de 1976 por repressores que se identificaram como policiais e um dia depois seus corpos sem vida, com lesões causadas por torturas, foram encontrados.

A reportagem está publicada no sítio espanhol Religión Digital, 10-12-2012. A tradução é do Cepat.

A França saúda a condenação à prisão perpétua dos responsáveis pelo assassinato do sacerdote francês Gabriel Longueville, perpetrado durante a ditadura militar argentina, declarou, na segunda-feira, o porta-voz do ministério francês de Relações Exteriores, Philippe Lalliot.

Esta decisão “ilustra novamente a determinação da Argentina de fazer justiça às vítimas da ditadura e aos seus familiares, e sua vontade de levar a cabo o trabalho de memória iniciado a partir da anulação das leis de anistia, em 2003”, disse o porta-voz.

A justiça argentina condenou, na sexta-feira passada, à prisão perpétua dos ex-militares e um ex-policial pela morte de dois sacerdotes, Carlos Murias e o francês Gabriel Longueville, que era pároco na Província de La Rioja.

“A França congratula-se pela excelente cooperação” com a Argentina “na luta contra a impunidade e na defesa dos direitos humanos, assinalou Lalliot, recordando que “esta ação comum levou, entre outras medidas, à adoção da Convenção para a Proteção de Todas as Pessoas Contra os Desaparecimentos Forçados, assinada em Paris em janeiro de 2007 e vigente desde dezembro de 2010”.