O futuro arcebispo de Canterbury garante que ordenará bispas mulheres

Mais Lidos

  • "Estamos nos tornando cada vez mais solitários e mais tolos". Entrevista com Carmody Grey, a filósofa que disse não à Anthropic

    LER MAIS
  • Mulheres estudantes da Escola Nacional de Belas Artes em exposição de trabalhos em 1935

    O esquecimento das mulheres na história da arquitetura e do urbanismo brasileiro: “Estiveram na Escola Nacional de Belas Artes desde o início”. Entrevista com Camila Belarmino

    LER MAIS
  • Ministério ordenado: ontem, hoje, amanhã. Livro de Francisco Taborda. Uma resenha

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Por: André | 24 Novembro 2012

O futuro arcebispo de Canterbury, Justin Welby, mostrou-se “seguro” em que em “algum momento” consagrará bispas, dois dias depois que o Sínodo Geral da Igreja Anglicana votou pela não ordenação de mulheres.

A reportagem está publicada no sítio espanhol Religión Digital, 23-11-2012. A tradução é do Cepat.

“Foi um dia bastante desalentador para toda a Igreja. Há muito por fazer, mas estou absolutamente seguro de que, em algum momento, vou consagrar uma bispa”, assegurou durante a viagem à Nigéria para promover a conciliação religiosa.

Concretamente, Welby, que sucederá no final do ano a Rowan Williams como cabeça visível da Igreja Anglicana, encontra-se no país africano para colocar em marcha um programa para fortalecer os laços entre cristãos e muçulmanos, dirigido pela fundação do ex-primeiro ministro britânico Tony Blair, que também faz parte da comitiva.

Esta visita se dá em um momento de ataques contra os cristãos do país. Diante desta situação, o futuro arcebispo de Canterbury recordou que visitou a Nigéria 75 vezes, tanto na condição de trabalhador da indústria do petróleo na década de 1980 como na de clérigo, posteriormente, e destacou que no país aprendeu humor e paciência.

“Os nigerianos recorrem ao humor em tudo o que fazem. Sua combinação de determinação, energia e paciência, mas com este bom humor, é algo que temos que tomar para os problemas que estamos enfrentando”, asseverou.