Internautas dos EUA têm mais receio de espionagem do Google do que da NSA, diz estudo

Mais Lidos

  • Centenas de aeronaves americanas prontas para atacar. Forças russas e chinesas estão realizando exercícios com Teerã

    LER MAIS
  • Pesquisadora e autora do livro Capitalismo Gore, lançado recentemente no Brasil, analisa como a violência contra minorias políticas resulta de um embaralhamento entre patriarcado e lucratividade midiática que transforma líderes extremistas em chefes de estado

    O desafio de transcender o ódio, combustível da extrema-direita, para superar a teocracia midiática. Entrevista especial com Sayak Valencia

    LER MAIS
  • Jesuíta Reese sobre Trump: Um desastre para os Estados Unidos e para o mundo inteiro

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

30 Outubro 2014

O armazenamento de dados do Google é o fator que causa maior receio entre os internautas dos Estados Unidos. Essa é a conclusão de uma pesquisa realizada pela empresa Survata.

A reportagem foi publicada pelo sítio Opera Mundi, 28-10-2014.

De acordo com os dados, recolhidos entre os dias 9 e 12 de outubro, o segundo temor de quem usa a Internet no país é a NSA (sigla em inglês para Agência Nacional de Segurança) .

Em uma escala de 0 a 10, na qual quanto mais alto o valor, maior a indisposição com determinada instituição, os 2.556 entrevistados colocaram em 7,39 o risco de serem espionados pelo Google. A classificação da NSA ficou em 7,06.

Em seguida aparecem “meu chefe”, com 6,86 pontos, “meus pais”, com 5,93, e “meu parceiro/parceira”, com 4,55.

Correios

Como parte da tentativa do governo de Barack Obama de identificar supostos terroristas para evitar novos atentados, o Serviço de Correios dos Estados Unidos aceitou abrir cerca de 50 mil correspondências em 2013.

O número, muito acima do divulgado pelas autoridades norte-americanas, foi divulgado nesta terça-feira (28/10) pelo jornal The New York Times.