Proposta de 'diretas já' pode garantir votos favoráveis a Dilma no Senado

Mais Lidos

  • Apenas algumas horas após receber um doutorado honorário da UAB, essa importante voz da teoria feminista analisa as causas e possíveis soluções para a ascensão do totalitarismo

    “É essencial que a esquerda pare de julgar a classe trabalhadora que vota na direita.” Entrevista com Judith Butler

    LER MAIS
  • Conscientização individual dos efeitos das mudanças climáticas aumenta, mas enfrentamento dos eventos extremos depende de ação coletiva, diz pesquisador da Universidade de Santa Cruz (Unisc)

    Dois anos após as enchentes: planos de governo das prefeituras gaúchas não enfrentam as questões climáticas. Entrevista especial com João Pedro Schmidt

    LER MAIS
  • Como Belo Monte mudou para sempre o Xingu

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

06 Junho 2016

Da coluna de Mônica Bergamo, publicada por Folha de S. Paulo, 06-06-2016.

A proposta de Dilma Rousseff de convocar eleições presidenciais até o fim do ano, num grande acordo para voltar ao cargo e lançar uma campanha pelas "diretas já", poderia virar pelo menos quatro votos no Senado para reverter o afastamento dela. O cálculo é de parlamentares do PT.

A negociação, no entanto, não avança. Um dos motivos apontados: falta de empenho do próprio Lula para que a ideia prospere.

Lula e setores do PT têm dado a parlamentares aliados a forte impressão de que preferem que Michel Temer (PMDB) governe até 2018, apostando em seu desgaste. Isso daria alguma chance novamente aos petistas de voltarem ao poder. Eleições agora, julgam, seriam desastrosas para o partido, que enfrenta a maior rejeição de sua história.