Manifestantes protestam no Equador contra exploração de petróleo

Mais Lidos

  • De Rerum Novarum a Leão XIV: não era o vapor, mas a ética; não são os dados, mas a dignidade. O que vale não é mensurável. Artigo de Paolo Benanti

    LER MAIS
  • Deus Trindade: circularidade-encontro-amor. Comentário de Adroaldo Palaoro

    LER MAIS
  • Juventude e novas direitas, para além dos estereótipos e dos extremos. Entrevista com Beatriz Besen

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

29 Agosto 2013

Manifestantes, com os rostos encobertos, promoveram um protesto no centro de Quito, capital do Equador, para criticar o desenvolvimento de campos petrolíferos na região de Yasuní. Líderes indígenas de destaque no país, como Humberto Cholango e Lourdes Tibán, participaram do movimento e organizaram uma passeata até a Praça Grande, no centro histórico da cidade. No local, havia também manifestantes favoráveis à decisão do governo de desenvolver os campos de exploração.

A reportagem é de Renata Giraldi e publicada pela Agência Brasil – EBC, 28-08-2013.

A manifestação ocorreu ontem (27) no fim da tarde. Cholango disse que o objetivo do movimento era promover uma ação pacífica, sem violência. Para ele, é fundamental que a população equatoriana seja consultada sobre a decisão do governo de explorar petróleo na área de Yasuní.

Manifestantes acusaram policiais de uso de balas de borracha e gás lacrimogêneo para dispersar o protesto. No entanto, o ministro do Interior, José Serrano, negou a ação. Segundo ele, toda a operação foi pacífica.

O ministro pediu que três médicos examinem alguns manifestantes para verificar se os ferimentos que têm foram causados por balas de borracha e gás. Serrano disse que a Polícia Nacional evitou confrontos.