Ambientalistas protestam contra hidrelétrica de Pai Querê

Mais Lidos

  • O manifesto perturbador da Palantir recebe uma enxurrada de críticas: algo entre o tecnofascismo e um vilão de James Bond

    LER MAIS
  • A socióloga traz um debate importante sobre como as políticas interferem no direito de existir dessas pessoas e o quanto os movimentos feministas importam na luta contra preconceitos e assassinatos

    Feminicídio, lesbocídio e transfeminicídio: a face obscura da extrema-direita que viabiliza a agressão. Entrevista especial com Analba Brazão Teixeira

    LER MAIS
  • ​Economista e jesuíta francês ministra videoconferência nesta terça-feira, 28-04-2026, em evento promovido pela Comissão para Ecologia Integral e Mineração da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em parceria com Instituto Humanitas Unisinos – IHU

    Gaël Giraud no IHU: Reabilitar os bens comuns é uma resposta política, social, jurídica e espiritual às crises ecológicas e das democracias

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

19 Outubro 2012

O alagamento de uma região rica em biodiversidade para a construção da usina hidrelétrica de Pai Querê, na divisa entre o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, tem sido alvo de protestos de ambientalistas. Idealizada na década de 70 e ressuscitada pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), a obra está prevista para a região do Rio Pelotas no limite entre Bom Jesus e Lages (SC), mas aguarda licenciamento pelo Ibama.

A informação é publicada pelo jornal Zero Hora, 19-10-2012.

Após uma parada devido à greve, os trabalhos foram retomados na semana passada. Por causa disso, um manifesto de repúdio foi entregue ontem ao Ibama, em Brasília. Em Porto Alegre, um protesto ocorreu para chamar a atenção sobre o alagamento de uma área de 6,2 mil hectares de Mata Atlântica. Entre os impactos apontados pelo pesquisador e professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Paulo Brack está a ameaça a espécies raras de fauna e flora.

– O que sobrou de biodiversidade na região está presente justamente no local que será inundado – diz ele.

Responsável pela obra, o consórcio entre Votorantim Cimentos, Alcoa e DME Energética realizou em março uma série de audiências públicas para discussão do Estudo de Impacto Ambiental e do Relatório de Impacto Ambiental (Eira/ Rima). A usina deve ter potência de 292 megawatts.