Argentina: bispo renuncia

Mais Lidos

  • O Pentágono ameaçou o Vaticano. É o confronto final entre Trump e Leão. Artigo de Mattia Ferraresi

    LER MAIS
  • “Muito deselegante” — O que seis relatórios independentes nos dizem sobre o encontro do Pentágono com o Vaticano

    LER MAIS
  • Leão XIV: "Ponham fim à ilusão da onipotência. O nome de Deus é arrastado para discursos sobre a morte"

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

25 Junho 2012

No fim, o bispo admitiu: aquela mulher era algo mais do que uma "amiga de infância". E assim, a poucos dias da tempestade midiática desencadeada pela divulgação de algumas imagens que o imortalizavam em atitudes um pouco afetuosas demais com uma senhora em uma praia mexicana, Dom Fernando Maria Bargalló, responsável pela diocese de Merlo-Moreno (Buenos Aires) e pela Cáritas para a América Latina, entregou sua renúncia nas mãos do Núncio Apostólico, Dom Emil Paul Tscherrig.

A reportagem é de Mauro Pianta, publicada no sítio Vatican Insider, 23-06-2012. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

A notícia, divulgada pelo jornal Clarín, também fornece os dados da mulher: chama-se Maria Victoria Martínez Bo, uma empresária de 55 anos, ativa no setor da gastronomia.

O prelado, depois da divulgação das fotos que foram enviadas anonimamente a um canal de televisão argentino, pediu desculpas pela "ambiguidade das imagens", mas também havia garantido que se tratava apenas de uma amiga de infância, uma pessoa que ele "conhecia praticamente desde sempre". O bispo, informam os jornais argentinos, tinha falado de "interpretações instrumentais" e havia se declarado vítima de uma maquinação política.

Depois, após a investigação do núncio, chegou a "confissão" do bispo perante os sacerdotes da sua diocese. Caberá ao papa localizar um substituto.